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RPL
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Mensagem por RPL » quinta ago 23, 2007 11:14 am

caro manuelcar e sr. [***************]

um forte aplauso pelo vosso trabalho e dos restantes moderadores aqui no fórum em esclarecer o pessoal, magnifico trabalho um sugador de informação como eu agradece. depois de ler este tópico já relatei o que aconteceu a um vw golf1 dum colega meu mecanico, por sinal mas era o destino! só não fica esclarecido que não quer! quem fizer m$%#a só o faz se quiser.
vou já retirar os meu "pulverizadores" para verificar o estado.


pessoal leram o que os mestres escreveram!
atençâo ás fritadeira vamos cuidar delas, que elas ainda tem muito alcatrão para rolar!

força ai!
Boas frituras
Rui Leal
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Mensagem por manuelcar » sexta ago 24, 2007 3:56 am

relativamente ao apresentado pelo manuelcar..o sistema de injecção..em condições normais deve ser verificado todos os 100.000kms.
pronto, fica esclarecido então:
recomenda-se a verificação dos injectores (numa oficina especializada) a cada 100.000 km, para quem queima ov é provável que este prazo seja inferior( uma vez que os injectores fazem mais esforço).
para quem inicia o ovd ou para quem instalou um kit, e para evitar o problema da formação de carvão no interior da câmara de combustão, parece-me recomendável a desmontagem e inspecção dos injectores para aferir da formação de resíduos e consequente bom funcionamento do kit ou da mistura utilizada, ao fim de alguns meses (6 meses, um ano?).
se se verificar excesso de carvão no topo dos injectores (provável indicio de que algo muito mau vai ocorrer em torno dos segmentos ou no circuito de lubrificação) é porque o kit não resolve todos os problemas, ou porque a mistura está ser excessiva (mais gasóleo, mais gasolina, outro fornecedor de ov...).
Porreiro, pá!

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Mensagem por klinzter » sexta ago 24, 2007 10:43 am

boas manuelcar
...recomenda-se a verificação dos injectores (numa oficina especializada) a cada 100.000 km....
é uma realidade, e com certeza podia-nos recomendar uma(s) oficina(s)?
e em termos de preços?


cumpris,
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Mensagem por manuelcar » sexta ago 24, 2007 5:32 pm

infelizmente não! não só não moro próximo de estarreja, como a oficina de injecção mais próxima de mim fica na capital do distrito, a 90 km. isto para mim é um problema grande uma vez que só em viagens e trabalho o carro fica parado quase uma semana.
Porreiro, pá!

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Mensagem por klinzter » sexta ago 24, 2007 6:04 pm

pois, mas como eu faço muitas viagens oerias <-> estarreja, coloquei essa questão, caso a oficina ficasse a caminho... era boa porreiro

de qualquer forma vou-me informar se na zona de estarreja ou mesmo nas proximidade existe alguma oficina que faça isso


ou então umas das soluções e como já foi referido, é testar o despósito com o diesel e colocar o produto para limpar os injectores

cumpris,
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Mensagem por manuelcar » sexta ago 24, 2007 11:35 pm

de caminho não dá. desmontar injectores, testar cada um, corrigir ou substituir, voltar a montar... isto demora informa-te no teu mecânico, possivelmente ele até te trata de tudo.
Porreiro, pá!

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Mensagem por hynek » segunda ago 27, 2007 1:52 pm

muito bom trabalho, manuelcar.....

para diminuir o risco recomendo atestar o depósito com o diesel e colocar o produto para limpar os injectores, como mencionado acima.

sempre é aconselhável, de vez em quando, atestar só gasóleo e fazer uns 100 km, para limpar o circuito de combustível.
Um abraço
Hynek
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Mensagem por Esteva » segunda set 03, 2007 9:08 pm

manuelcar!
em portimão(perto stand mitsubishi) existe uma casa que faz reparações de bombas injectoras, em ultimo caso desmonta-se os injectores e leva-se lá que eles provávelmente limpam/calibram/outras...
assim talvez se poupe algum dinheiro, pelo menos na mão de obra.


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Mensagem por manuelcar » terça set 04, 2007 10:33 pm

muito bem!
Porreiro, pá!


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Mensagem por manuelcar » terça set 11, 2007 12:25 am

outro componente que é de grande importância e que requer alguma atenção, são as velas de incandescência.
por forma a melhorar a combustão inicial, os motores diesel utilizam este dispositivo eléctrico que promove o aquecimento da câmara ou pré-câmara de combustão. para além do aquecimento, a periferia do jacto de combustível vai atingir este corpo incandescente e incendiar-se o que vai iniciar o processo de queima e fazer com que menos combustivel possa passar pelo ciclo de ignição sem ser queimado.
para além da maior dificuldade em pegar o motor, o aumento do fumo negro no momento e logo após o arranque, bem como um ralenti irregular podem indicar uma vela de incandescência queimada ou defeituosa.
num esquema normal o dispositivo de pré-aquecimento funciona da seguinte forma:
ao rodar a chave é activado o relé que liga as velas, um sensor de temperatura, desliga a luz indicadora dando sinal para o arranque, enquanto as velas continuam ligadas. se não houver arranque, um temporizador desliga o relé após alguns segundos. se houver arranque, as velas mantêm-se em funcionamento até o motor atingir a temperatura determinada por um outro sensor, no caso de o motor estar quente as velas não se acendem ou apagam-se logo. este é o esquema de funcionamento do meu citroen saxo, por exemplo, no entanto o 190d mantém as velas ligadas por 30 segundo quer haja ou não arranque e desliga-as assim que o motor de arranque pára de rodar, seja qual for a temperatura. naturalmente, manter as velas incandescentes por um período mais longo após o arranque (até o refrigerante atingir 60º, digamos) é mais vantajoso para quem faz ovd em diluição com gasóleo ou num kit 1t.
nos motores de injecção directa, embora a maior pressão atomize melhor o combustível promovendo uma melhor combustão, a maior flutuação de temperatura na câmara e a ausência de qualquer ponto incandescente, vai aumentar a probabilidade de ocorrer condensação na superfície da câmara e consequente deposição de resíduos nos sulcos dos segmentos. também a formação de carvão no topo do injector é facilitada.
num esquema perfeito para o ovd, as velas de incandescência devem ser 2 ou 3 mm maiores (intercepção de maior quantidade de combustível atomizado) e também um pouco mais potentes. a luz de aviso de pré-aquecimento deve manter-se ligada durante mais algum tempo (maior temperatura na câmara/ pré-câmara, e o circuito deve estar activado durante mais tempo (manutenção de uma superfície incandescente até o motor estar à temperatura de funcionamento). o elbett faz isto e compreende-se porquê, num kit 1t é necessária uma excelente queima para o motor pegar e manter um ralenti regular, para além de reduzir as probabilidades de haver combustível não queimado.
não sei se é fácil encontrar nos catálogos dos fabricantes velas com as características preconizadas e que sirvam nos nossos motores. eu instalei umas que o hynek me ofereceu para testar, têm mais 2mm que as de origem embora a potencia seja idêntica. ainda que nunca tenha tido problemas de arranque (nem fumos nem hesitações no arranque ou no ralenti (condição ideal para o ovd, não esqueçam!)) estas velas funcionam muito bem.
o problema agora é, como enganar o controlo de pré-aquecimento para ele pensar que está um bocadinho mais frio do que está na realidade.
se aparecer alguém em condições de teorizar, discutir e testar podemos abrir um tópico exclusivo para este tema.
se alguém me puder facultar a descrição e o esquema deste circuito para o 190d também fico muito agradecido.
fernando, precisamos também saber qual o intervalo de manutenção recomendado para estes componentes, s.f.f.
Porreiro, pá!

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Mensagem por RPL » terça set 11, 2007 1:14 am

boas penso que no caso do seu saxo a solução pode passar por descobrir a que temperaturas trabalham os 2 termóstatos o que desliga a luz e o que desliga as velas (resistências) depois é só tentar encontrar uns com o mesmo tipo de rosca, supondo que é de rosca, e com um valor de temperatura mais acima para retardar assim a abertura do relé, outra solução pode passar por temporizar o relé como no 190 como disse a potencia das velas que tem + 2mm e são um pouco mais potentes, esse "mais potentes" tem que ser traduzido em w para verificar se o seu relé de potencia que faz o corte as velas aguenta com essa potencia extra. podemos vir a ter problemas com esse relé, uma das soluções pode passar por colocar outro relé em paralelo com esse, basta um relé simples praí de 30a (dependendo da pot. total das velas) e colocar os contactos de potencia em paralelo com o relé "master" (chamando master ao relé que já se encontra na instalação do seu carro) o "master" é o energizador do "slave" mas os contactos ficam em paralelo.
no 190d pode passar por uma verificação do relé, se ele desliga sempre ao fim de 30s, tem um timer que pode ser ajustado (ou não): d desconheço o tipo de relé, mas é uma questão de o retirar do suporte de fusíveis remover a caixa de plástico que tapa o animal e verificar se existe um circuito impresso ou laminas biometria, no caso da electrónica pode-se ainda tentar descobrir se existe algum potenciómetro que permita fazer o ajuste de tempo, nas bimetalicas é mais complicado talvez dobrando o pólo de contacto mais um pouco mas não aconselho! mas 30s é tempo bom para aquecer o bicho não? poderá é encravar o motor de arranque com o relé das velas é uma solução bem mais simples! dando á ignição as velas aquecem mas não tem relese para ligar o motor de arranque, passado os tais 30s o relé das velas desliga-se e faz cair outro relé que é alimentado pelo anterior, tendo um contacto nc quando este se encontra sem tensão fica o contacto feito para o motor de arranque depois é só dar á chave! è um circuito anti falha de arranque para mulheres ! não aquece não há motor

boas frituras
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Mensagem por visitante » terça set 11, 2007 9:25 am

vivam ...

manuelcar...não tenho conhecimento da existencia de intervalo de manutenção para esses componentes..(velas de incandescencia)..para já..por não carecerem de manutenção..ou funcionam..ou não..e ponto..

nos motores cdi devem..isso sim..serem retirados os injectores e as velas de incandescencia em intervalos de cerca de 40.000kms..onde se aproveita a oportunidade para verificação..mas por uma causa bem diversa..a de evitar que "colem"..

uma prática que efectuo faz muitos anos..e por influencia paterna..práticas da aeronautica..é a de embeber as roscas das velas..tambem as para motores a gasolina..e injectores em massa de cobre e/ou ceramica...evitando assim a galvanização entre metais..

no sistema que realizei para utilização de ov não considerei a utilização de outro tipo de velas de incandescencia que as de origem por ser desnecessario..a mistura chega aos injectores..e em todo o percurso..ás temperaturas ideais para cada estagio..(esta sim a condição que considero essencial)..conferindo-lhe condições analogas ao gasoleo..

abraços
[***************]

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Mensagem por Flamingo » terça out 02, 2007 1:39 am

sobre a limpeza de injetores coloco aqui aquilo que me disse um taxista amigo e com anos de experiencia na estimação da sua viatura de trabalho. pois bem, ele disse-me que a melhor forma de manter os injetores limpos e lubrificados era de quarenta em quarenta mil quilometros colocar com o depósito cheio 1 litro de valvulina. segundo ele, o carro fumega um pouco, mas os injetores manten-se em excelentes condições. entregou o ultimo taxi quando deixou esse serviço com 274.000 kilometros sem nunca ter mandado ver os injetores. (em causa o taxi era um volvo, parece-me que o 340 ou algo do género...)

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Mensagem por Sag » sexta out 12, 2007 6:58 pm

colocar com o depósito cheio 1 litro de valvulina
valvulina, posso estar enganado mas isso não é o nome do oleo que serve para lubrificar as caixas de mudanças????

isso mais parece uma experiencia de taxista maluco

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Mensagem por orbis » sexta out 12, 2007 10:10 pm

a valvulina é um óleo para transmissões, um bocado mais espesso que o óleo de motor. eu não meteria isso de certeza no motor do meu carro. mas enfim, as pessoas têm liberdade de fazer as mixórdias que quiserem...como eu costumo dizer.

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Mensagem por Flamingo » sexta out 12, 2007 11:46 pm

segundo o taxista, a valvolina (que tem também um cheiro insuportável) tem propriedades que mais nenhum oleo tem, uma das quais a limpeza. pelas suas capacidades e por não sofrer a ação dos gazes de combustão que se dão no motor, o que não acontece na caixa, pode andar uma eternidade de tempo a fazer o seu papel. essa é também uma das razões pela qual a valvulina é cara. eu apenas transmito aqui aquilo que me foi dito e que também expermentei com bons resultados. o taxista em causa nada tinha, ou tem, de aventureiro. era e é uma pessoa 100% ás direitas. eu tive uma nissan vanette a diesel, fiz essa aplicação por 3 vezes e nos 110 mil que fez comigo aquilo também nunca foi mexido. apesar de dormir na rua e à geada no inverno, pegar a frio nunca foi problema. a bomba injetora ainda andava selada. vendia com 266 mil. atenção que há oleo de caixa de velocidades que não é valvulina!... já agora, eu já li algures por aqui que na mistura de ov no diesel se junta também uma percentagem de gasolina e óleo 2t. já alguém se perguntou porque óleo 2t??? talvez depois de terem essa resposta entendam melhor a razão da valvolina.
Última edição por Flamingo em sábado out 13, 2007 12:01 am, editado 1 vez no total.

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Mensagem por orbis » sexta out 12, 2007 11:58 pm

flamingo Escreveu:segundo o taxista, a valvolina (que tem também um cheiro insuportável) tem propriedades que mais nenhum oleo tem, uma das quais a limpeza. pelas suas capacidades e por não sofrer a ação dos gazes de combustão que se dão no motor, o que não acontece na caixa, pode andar uma eternidade de tempo a fazer o seu papel. essa é também uma das razões pela qual a valvulina é cara. mas é bom deixar bem claro que isto não são experiencias minhas, apenas transmito aqui aquilo que me foi dito e o taxista em causa nada tinha, ou tem, de aventureiro. era e é uma pessoa 100% ás direitas. atenção que há oleo de caixa de velocidades que não é valvulina!...
mas a ideia não era misturar a valvulina no combustível?
não só sofre a acção dos gases de combustão como é queimada (mal presumo).
o facto de se ser aventureiro ou não, não justifica que se faça aquilo que é certo.
claro que nem todo o óleo de caixa é valvulina. já tive há 20 anos um citroen visa em que a caixa era lubrificada pelo óleo do motor.

o facto de o taxi ter feito 274 000 km sem ver os injectores não prova nada. este carro que estás a ver no meu avatar só fez a primeira limpeza aos injectores aos 260 000 km.


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Mensagem por visitante » terça out 30, 2007 10:47 pm

vivam.. ..

mais uma curiosidade que surge acerca das propriedades da valvulina quando aplicada em condições para as quais não foi desenhada...

basta saber que os sabões base da mesma produzem uma péssima queima para concluir que os resultados nunca poderão ser minimamente satisfatorios..

estamos perante uma situação..motor de injecção indirecta..que tem a particularidade de ser quase imune a atentados pontuais..caracteristica da pré-combustão separada..mas adoraria ver como estão as turbulencias..

já ouvi falar de quem adiciona valvulina a oleo em motores que apresentam consumo exagerado de oleo...mas isto de facto é novidade absoluta..

abraço

[***************]


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Mensagem por jaks » sexta nov 09, 2007 4:07 pm

[***************] Escreveu:vivam ...

... 4º - contaminação do óleo lubrificante pelo ovd que repassa pelos segmentos para o cárter onde irá oxidar e polimerizar....

com os nefastos inconvenientes que daí advirão para o lubrificante do motor..

em condições normais de utilização o lubrificante vai-se contaminando..o que a termo leva á criação de depositos e gomas..visiveis pelo tampão de abastecimento..esta degradação aumenta exponencialmente se percentagens de ov se misturarem ao lubrificante..conduzindo a entupimento de circuitos de lubrificação sensiveis.. ex.: arvores de cames, touches hidraulicas, turbo-compressores etc...o que levará á sua gripagem..

uma medida que preconizo para condições normais de utilização é a de proceder á limpeza do sistema de lubrificação adindo ao lubrificante que vai ser mudado (em quente) um aditivo especifico..normalmente esta operação é realizada a cada 4ª mudança do lubrificante..ou cerca de 50.000kms..consoante o que ocorra primeiro..


alerto que durante esta operação o motor não deverá ser mantido em regime de relanti..preferentemente deverá ser conduzido durante 10 minutos..ou mantido a um regime de cerca de 2.000 rpm para motores a gasolina..1.500 para motores diesel..

abraços
[***************]

editei a cor de uma parte do texto.
manuelcar

já agora sff, qual a quantidade desse produto e-1 se deve colocar no motor antes da mudança oleo motor? 1 litro chega? obrigado

gostaria de saber também qual o melhor produto para adicionar ao gasoleo para limpar os injectores.
abraços


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Mensagem por jaks » sexta nov 09, 2007 5:42 pm

sr. [***************]

já andei a procura desse dito oleo e-1, nas lojas de acessórios auto, e ninguem conhece este tipo de oleo, se não fosse muito incomodo postava aqui a marca/referência do mesmo, e onde se pode adquirir.

mais uma vez obrigado

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