aquecimento dos tubos dos injectores

O lugar privilegiado para aqueles que optam usar óleo vegetal directamente nas viaturas.



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aquecimento dos tubos dos injectores

Mensagem por visitante » sexta ago 24, 2007 8:49 am

vivam ....

infelizmente parece que a investigação sobre a produção de um esquema simples de executar e instalar o aquecimento dos tubos perdeu alguma dinâmica.

parece-me muito bem..apesar de já ter encontrado a solução para o aquecimento dos tubos..

a unica dificuldade com que me deparo é em conseguir um material moldavel e não condutor de electricidade para os envolver e revestir as resistencias..isto para evitar que aconteça o que me aconteceu com o punto..em que um aquecedor estalou perto dos 80.000kms de utilização..

nada de mais..pois nas revisões passarão a ser mais um objecto de atenção quanto ao seu estado e operacionalidade..mas no entanto gostaria de encontrar um material alternativo ao "liquid-metal" da wurth..

mas que o sistema é eficientissimo...é !!

abraços
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klinzter
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aquecimento dos tubos dos injectores

Mensagem por klinzter » sexta ago 24, 2007 10:37 am

boas [***************],

o aquecedor que estás a referir é a resistências "termicas"?
caso for isso, pode-se usar uma manga térmica?


cumpris,
jean
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jcn.jnunes
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aquecimento dos tubos dos injectores

Mensagem por jcn.jnunes » sexta ago 24, 2007 11:40 am

boas,

encontrei uma empresa que fabrica resistências de vários formatos e revestimentos, que pode bem servir para o que se pretende:

maxiwatt
http://www.resistencias.com/por/protecciones.php
http://www.resistencias.com/por/micawatt.php

já agora chamo a atenção para um facto:
- em fenómenos de transferência de calor entre corpos (sólido e líquido neste caso), a temperatura que o mais frio atinge é dependente da diferença inicial de temperatura entre os corpos (dti), da área de superfície de contacto (ac) e da velocidade (v), entre um e outro.
do pessoal que tem permutadores (sejam eléctricos ou hidráulicos) e instrumentação de medida, já alguém fez um estudo do ganho de temperatura do óleo em função das três variáveis, para os kits que instalaram ou para os sistemas de aquecimento dos tubos de injecção?
isto porque o facto de, embora a superfície metálica esteja a 100ºc (por ex.) a temperatura do óleo a sair do permutador ou tubo de injecção é, de certeza, menor. e tanto mais menor quanto maior for dti (embora maior dti implique maior ganho energético), quanto menor ac e quanto maior v. estas três variáveis levam a uma relação de ganho a que se chama rendimento energético (ou calórico) do permutador que, no caso dos permutadores hidráulicos, pode andar pelos 55% apenas.
assim, quando pensamos em atingir uma temperatura no óleo na ordem de 70ºc, poderemos necessitar de colocar termocontactores a desligar por volta dos 90ºc, por exemplo.
mas, perfeito, perfeito, seria que o pessoal que tem acesso aos equipamentos ou que os vende/instala, fizesse este estudo que proponho. depois podemos criar uns ábacos muito úteis para saber o que andamos realmente a fazer. é que as referências energéticas em kw que aparecem em muitos permutadores que vejo à venda na net, não querem dizer nada, mesmo nada! depende sempre das três variáveis referidas.

mas se medir dti e ac é facílimo, já o valor de v no interior do permutador pode ser difícil ou mesmo impossível (se se tratar de um filtro de óleo, por ex.). então proponho que em vez de v se meça o caudal q, deitando o óleo para dentro de uma vasilha calibrada, medindo o tempo do teste.

parâmetros a controlar:
tp' - temperatura média do aquecedor (tubo injector, filtro de gasóleo, permutador)
toi - temperatura do óleo inicial (à entrada)
tof - temperatura do óleo final (à saída)
ac - área de contacto do permutador. no caso de um tubo: ac=pi.d.l
q - caudal de óleo

dos parâmetros acima, fazer variar tp', toi e q (não esquecer que dti=tp'-toi)

note-se que o permutador/aquecedor não tem uma temperatura uniforme em toda a sua superfície. daí que se mede o valor médio tp' e não um valor pontual. terá, então, que se colocar a sonda no ponto que se considerar mais representativo da média. proponho que se faça um teste de medição na superfície do permutador junto à entrada e à saída do óleo e se procure, em seguida, o ponto que representa a média entre esses dois.

para se medir a temperatura do óleo, as sondas têm que ser colocadas em contacto directo com ele!
não basta medir a temperatura da superfície do tubo antes e após o aquecedor, pois estamos em situação de permutação novamente! medindo a temperatura do tubo à entrada da bi implica que o óleo esteja ainda mais quente e poderemos ter temperaturas reais de 80ºc quando estamos a medir 70ºc apenas! e lá se vai a bi para o galheiro.

penso que este estudo será essencial para o que o manuelcar propõe, mas também para aferir os outros pré-aquecedores. podemos pensar que o óleo está a entrar nos injectores a 130ºc quando está a 100ºc, por exemplo.

é um teste muito exigente, mas temos que passar da carolice para o engenho.

dentro de pouco tempo (um mês) estarei preparado com o equipamento necessário para fazer os testes (estou a criar um departamento de energia solar na minha empresa e irei montar um pequeno laboratório de testes). se ninguém os fizer até lá, posso fazê-los gratuitamente a quem quiser, desde que me enviem as vossas "invenções" ou pré-aquecedores, com a condição de todo o "know-how" ser partilhado aqui abertamente.

cumps
João Nunes


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Mensagem por manuelcar » sexta ago 24, 2007 2:31 pm

, com a condição de todo o "know-how" ser partilhado aqui abertamente.
tudo quanto aqui tem sido publicado é domínio público. o conhecimento que vamos obtendo sobre estas matérias provém da partilha de conhecimentos entre os diversos interessados na comunidade internacional ao longo de mais de 3 décadas. no início, muitos motores e bombas de injecção foram destruídos, portanto o conhecimento foi-se fazendo à custa das experiências e erros de outras pessoas. cada um é livre de utilizar a sua criatividade e desenvolver soluções comerciais, mas não convém esquecer que se parte de um conhecimento comum e que isto envolve uma dinâmica colectiva.
obrigado pelo esclarecimento da física envolvida neste processo de aquecimento. os objectivos são: desenvolver um sistema que permita o aquecimento do óleo presente nos tubos frios, até uma temperatura próxima dos 150º c e num espaço de tempo não muito superior ao do pré-aquecimento das velas de incandescência.
depois este sistema deverá poder manter esses valores de temperatura durante toda a condução e, idealmente, deverá ter uma forma de diagnóstico que permita ao condutor saber se está a funcionar convenientemente.
fernando, creio que o problema está na falta de flexibilidade dos materiais face a razoáveis alterações de temperatura. o aço, o metal liquido e o cobre não dilatam da mesma forma nem ao mesmo tempo.
tenho pensado que a solução deve ser mais flexível, ou seja, utilizando uma pasta de silicone resistente a 300º, isolante eléctrica, e com excelente capacidade de condução térmica mantendo-se flexível. para além de ser mais fácil e rápida de instalar, a flexibilidade permite a acomodação da dilatação. depois tudo pode ser coberto com uma boa dose de silicone com as mesmas propriedades, mas que seja térmicamente isolante, a fim de manter o calor nas superfícies devidas.
eu já aqueci um filtro de combustivel de 3 dl até aos 75ºc utilizando o fio de cobre envernizado de um alternador. para o verniz isolante não fundir é fundamental uma excelente transmissão de calor o que fiz utilizando fita de alumínio.
Porreiro, pá!


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Mensagem por visitante » sexta ago 24, 2007 6:06 pm

vivam ...

por acaso encontrei numa pesquisa..já não sei onde.. umas pastas de silicone..mas a unica informação relativa ás temperaturas era que suportavam altas temperaturas..sem especificação dos valores..

mas vou procurar e ensaiar..porque de facto aparenta ser a melhor solução para a construção dos aquecedores..

aquando dos ensaios primarios de aquecimento dos tubos de injecção a temperatura que consegui atingir na propria mistura á entrada dos injectores variava entre os 135º e os 140º..o que é excelente..

em relação á bi..consegui que no seu interior nunca excedesse os 75º..o que também é bastante bom..

abraços
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Mensagem por visitante » sexta ago 24, 2007 6:13 pm

vivam ...

não há bela sem senão...

a longevidade do silicone é abreviada com o aumento da temperatura a que é sujeito...

encontrei essa informação aqui :

http://www.applesiliconeusa.com/silicone/sil1.htm

abraços
[***************]

p.s.- mas vou continuar a pesquisar...

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Mensagem por RPL » sexta ago 24, 2007 10:47 pm

boas

caros estou com uma ligeira dúvida, será que é mesmo necessário colocar as resistências de aquecimento nas tubagens da bi aos injectores?

no caso de usarmos um kit 2t, é o que eu me refiro acima, temos um circuito perfeitamente normal de gasóleo e um semelhante de ov, e um dos componentes que complementa o circuito de ov é o permutador, grande parte das vezes simplesmente hidráulico, neste caso julgo que o sistema combinado funcionará assim:

1º- carro frio parado arranque a gasóleo
2º-quando a temperatura no filtro do ov atingir os +/-70ºc , dá-se a comutação manual ou automática e o ov entra em funcionamento.
3º- já perto do destino, manualmente volta-se a comutar para diesel, se a paragem for prolongada, para lavar todo o circuito e evitar que o ov fique frio nos tubos e na bi e por sua vez mais espesso o que vai trazer problemas.

isto sempre supondo que o permutador realmente consegue manter os 70ºc do ov, penso que não é difícil pois grande parte dos motores a válvula termostática mantêm os 80ºc no circuito a montante o radiador, e estando o retorno da bomba constantemente a voltar ao filtro só teremos que garantir que a permuta de calor entre água e ov é eficiente quando a bi está no seu máximo de q.

em relação à massa térmica eu utilizo uma massa térmica dieléctrica na electrónica, é usada na fixação de transístores(pex.) aos decipadores de alu. muito usada pelo pessoal do moding que anda sempre a tirar os cpu fora do decipador a marca da massa é alemã por isso vai em inglês "heat sink compound" julgo ser isso porque o tubo não tem mais nada a não ser "non toxic" e "high thermal conductivity" e o seu peso 35gr. do outro lado do tubo tem o mesmo, suponho, mas em alemão.


pessoal mais uma vez desculpem a minha "leiguiçe", mas ninguém nasce ensinado e agradeço que me corrijam se o entenderem.
boas frituras
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Mensagem por manuelcar » sexta ago 24, 2007 11:29 pm

p.s.- mas vou continuar a pesquisar...
confesso que estava com muita esperança disso
deve ser muito mais fácil para ti, que tens fornecedores que representam as marcas, do que para mim que vivo no meio do nada...
algumas marcas têm, nos seus websites, tabelas com as características dos seus produtos, embora não consiga encontrar nada disso aqui, estou convencido que não vai ser difícil. existem pastas que permutam excelentemente o calor e resistem a temperaturas bastante mais elevadas do que nós necessitamos mantendo a flexibilidade. existem também algumas em forma de fita auto-colante quer condutoras, quer isolantes. isso facilitaria muito a montagem e manutenção, para além de melhorar a longevidade. uma resistência no meio de uma massa destas pode constituir uma solução muito versátil, não só para aquecer os tubos, como para o filtro. depois de dominarmos convenientemente esta técnica, realizar um kit 2t torna-se uma coisa realmente simples, económica e rápida.
eu tenho uma pasta só de atalhos para websites sobre esta matéria no meu pc, infelizmente a motherboard pifou, mas existem alguns linques que em tempos publiquei. vou procurá-los e depois coloco aqui a informação.
jnunes, estás convidado a participar nesta pesquisa se tiveres tempo para isso, talvez entre os teus fornecedores encontres aquilo que necessitamos.
eu tenho uma pasta de silicone para juntas da bern que resiste a elevadas temperaturas e mantém a flexibilidade, coloquei um bocado no recuperador de calor no inverno passado, mas falta-me um termómetro capaz para fazer mais experiências.
Porreiro, pá!


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Mensagem por manuelcar » sexta ago 24, 2007 11:42 pm

uma solução pronta a utilizar, tamb+em vendem uma pasta de silicone muito interessante:
http://www.claybornlab.com/heat_tape.html
o vegiecars:
http://www.vegiecars.com/injector_heater/
o meu preferido, usa missangas de vidro para isolar a resistencia:
http://www.biofuelsforum.com/svo_users/ ... aters.html
e-bay:
http://cgi.ebay.com/ebaymotors/single-i ... dzviewitem
o fattywagons, que é pioneiro nesta matéria:
http://www.fattywagons.com/fwproducts.htm
não se esqueçam de espreitar as instruções de instalação.
controlo ultra-sofisticado:
http://www.vocontrol.com/vegecu_manual_2.pdf
e ainda existem equipamentos de aquecimento por indução, onde não há transferência de calor:
http://www.bioplantrix.at/
http://www.bioplantrix.at/bioplantrixid ... nualen.pdf
infelizmente a generalidade destas propostas fica aquém dos valores de temperatura de que necessitamos, mas sempre são boas pistas.
Porreiro, pá!

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Mensagem por klinzter » quarta ago 29, 2007 12:46 am

vivas,

boa colecção de link's / informação:)

tava a pensar numa coisa destas produto

numa face inicial (incluindo a anulação do retorno):)

cumpris,
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Mensagem por manuelcar » quarta ago 29, 2007 1:22 pm

olá rpl
essa massa de que falas é um excelente condutor, uma vez que é constituida por 99% de prata. a sua utilização não está posta de parte, mas infelizmente não seca verdadeiramente.
Porreiro, pá!

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Mensagem por RPL » quarta ago 29, 2007 10:49 pm

manuelcar Escreveu:olá rpl
essa massa de que falas é um excelente condutor, uma vez que é constituida por 99% de prata. a sua utilização não está posta de parte, mas infelizmente não seca verdadeiramente.
boas

sim é verdade essa massa mantém-se por muitos anos pastosa mais para o liquido, mesmo depois de ter levado grandes "aqueços", pensava que era isto que procuravam mas o que conta é a intenção

acerca das traçagens eléctricas para aquecimento dos tubos ainda não entendi bem em que âmbito se aplica, mas estou à procura aqui no meu trabalho de informação relacionada com umas traçagens eléctricas que temos em tubagens de gn, estas servem para evitar o congelamento da tubagem, quando tiver doc. suficientes meto aqui.

boas frituras
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Mensagem por Eletrico » terça set 11, 2007 1:37 pm

ola a todos
para que procura aquecer os tubos dos injetores pode passar por aqui a sulução

http://www.wattcron.com.br/index.php?codpagina=00030212


espero que ajude [/url]
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Mensagem por visitante » domingo set 16, 2007 1:04 pm

vivam ...

eletrico..pode muito bem passar sim...

já contactei a empresa para inquirir acerca de limites de pressão..

obrigado

[***************]

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Mensagem por Eletrico » domingo set 16, 2007 8:31 pm

[***************] Escreveu:vivam ...

eletrico..pode muito bem passar sim...

já contactei a empresa para inquirir acerca de limites de pressão..

obrigado

[***************]
ola
fico contente por conseguir dar uma ajuda
cumprimentos
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Mensagem por visitante » sábado nov 17, 2007 3:13 pm

vivam ...

até hoje..e depois de varias tentativas..continuam a nem responder...

abraços
[***************]

p.s.- continuo a utilizar os materiais do inicio..pelo menos 80.000kms aguentaram..foi quando existiu a primeira avaria de resistencia num dos tubos..e os outros já vão com mais de 120.000...

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Mensagem por Eletrico » sábado nov 17, 2007 3:47 pm

ola
encontrei outra
como ouvi por ai dizer...so da mais um cadinho trabalho ... e mais um cadito de tempo ... não e tempo de desistir

http://www.higher.com.br/home/mangueiras.asp

abraços


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Mensagem por cbt » domingo dez 02, 2007 7:35 pm

boa noite!
não consigo abrir esse link, mas este funciona:
http://www.higher.com.br/
tem uma descrição bastante completa do produto( limites de pressão e curva máxima).
isto para mim é chinês, mas se alguém conseguir avaliar se podem substituir os tubos dos injectores, seria uma alternativa viavél, dependendo do preço.
cumprimentos


cbt
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Mensagem por cbt » segunda dez 03, 2007 10:24 pm

boa noite!
tenho pensado em realizar algumas alterações e uma delas passa pelo aquecimento dos injectores, já vi que pode ser com metal liquido da wurth e com fio de resistência de 6mm com 1m. ora aqui é que começam os problemas, os electricistas daqui nem sequer conhecem o termo fio de resistência. este fio em que material é? onde posso arranjar e para que preços?
já agora este fio de 6mm por 1m, já foi testado para as temperaturas descritas certo? todos os elctricistas dizem que têm de ser feitos cálculos, mas suponho que o sr. [***************] já tenha este sistema bem testado

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hynek
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Mensagem por hynek » segunda dez 03, 2007 11:19 pm

cbt Escreveu:boa noite!
tenho pensado em realizar algumas alterações e uma delas passa pelo aquecimento dos injectores, já vi que pode ser com metal liquido da wurth e com fio de resistência de 6mm com 1m. ora aqui é que começam os problemas, os electricistas daqui nem sequer conhecem o termo fio de resistência. este fio em que material é? onde posso arranjar e para que preços?
já agora este fio de 6mm por 1m, já foi testado para as temperaturas descritas certo? todos os elctricistas dizem que têm de ser feitos cálculos, mas suponho que o sr. [***************] já tenha este sistema bem testado
eu também andei experimentar isso, mandei vir o fio da inglaterra. 25 m custou 50 €. experimentei com metal líquido da wurth, mas não aguentava. julgo que uma folha em mica poderia resolver o problema. potência calculas assim:
12 v elevado a 2 dá 144, isso dividido por resistência do fio em ohms.
exemplo:
- tens fio com resistência de 1 ohm, a potência será 144/1=144 w
- ou fio com resistência de 2 ohm, a potência será 144/=72 w
Um abraço
Hynek
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