Comentar notícias nos média portugueses em prol dos Ev

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serges
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Re: Comentar notícias nos média portugueses em prol dos Ev

Mensagem por serges »

comentem, in publico!

muito interessante a noticia!
carro eléctrico: adeus século do petróleo, olá século da electricidade?
16.09.2010
lurdes ferreira

fabricantes, governos e investigadores apostam que o paradigma da mobilidade vai mudar.

“ainda não há carro”, “as baterias precisam de evoluir”, “as pessoas estão habituadas à gasolina e ao gasóleo, nem que chegue a três euros por litro, não vão mudar”, “onde vamos carregar as baterias? vê por aí alguma coisa?”, “ainda não percebi se é boa ideia trocar agora o meu carro por um eléctrico ou se é melhor esperar mais uns anos”, “a conversa do carro eléctrico tem anos e, de cada vez que o anunciaram, caiu”, “e se houver um apagão?”. entre amigos, conhecidos e desconhecidos, na rua, em casa ou na blogosfera, o carro eléctrico é um assunto com muito mais perguntas, estas reais, do que respostas.

na verdade, ainda “não há veículos eléctricos”, diz tiago farias, professor do instituto superior técnico e actualmente vogal da administração da emel, a empresa municipal de estacionamento de lisboa. “estão a chegar, mas ainda não chegaram. isto ainda não é mercado.”

os governantes, os construtores automóveis e um número considerável de investigadores não têm respostas seguras, mas criaram nos últimos dois anos a expectativa de que desta vez o planeta vai mesmo mudar de paradigma de mobilidade. baseiam-se em duas grandes convicções. primeira, consomese cada vez mais electricidade, enquanto o petróleo enfrenta vários constrangimentos, o que tem suscitado a tese de que o século do petróleo está a acabar. segunda e provavelmente mais importante para explicar o entusiasmo com que o carro eléctrico é promovido: a oportunidade de mudança é agora real porque as tecnologias necessárias para o efeito amadureceram e convergiram, o que faz com que esta vez seja diferente das anteriores. acreditase no prenúncio de uma revolução semelhante à dos telemóveis ou do computador portátil.

os políticos investem num tentador campo de políticas públicas e numa corrida internacional para liderar a mudança para o século da electricidade. os fabricantes automóveis reconhecem, por sua vez, que o velho modelo de negócio em que se baseiam há um século esgotou e que a sociedade é hoje mais exigente do ponto de vista ambiental. os compromissos de luta contra as alterações climáticas implicam economias mais sustentáveis e o “velho” carro de combustão interna parece que só contraria. ou talvez não.

as incertezas são muitas e algumas traçam a fronteira entre a realidade e a fantasia, entre a sustentabilidade e o pesadelo. têm como denominador comum a incógnita tempo. o tempo em que as pessoas poderão comprar os carros sem restrições, porque para já são anunciados mas não andam na rua. o tempo em que os preços serão mais competitivos. o tempo em que a procura se renderá ao veículo eléctrico.

indústria acredita

a indústria diz acreditar que esse momento está a chegar. depois de terem pedido apoio aos governos, estes adoptaram e investem na ideia, esperando por resultados. construtores como a nissan alegam que a sua difi culdade agora está no rateio dos primeiros milhares de unidades, perante um deslizamento nos calendários entre um a dois meses. nos últimos meses e semanas, o tempo está sobretudo a ser usado para a recta final das negociações europeias do aspecto menos vistoso mas fundamental da normalização dos equipamentos de ligação da rede ao carro. sob a pressão nipónica, que já criou o modelo chademo, os europeus tardam em decidir.

incerto, por exemplo, é o momento em que a subida do preço do petróleo vai abrir espaço à opção eléctrica, o que ainda não acontece declaradamente. delgado domingos, também catedrático do ist e actualmente presidente da e-nova, agência de energia de lisboa, tem a certeza de que esse momento vai chegar. não se sabe é quando. “o que vai condicionar a revolução será o custo dos combustíveis e não o co2. serão os constrangimentos de natureza económica devido aos custos do petróleo.”

outra grande incerteza tem a ver com a origem das fontes de energia das quais se alimentará o carro eléctrico e a preocupação em incentivar as energias renováveis. o eventual recurso a mais carvão para produzir electricidade adicional é um risco, e uma eventual opção pelo nuclear, como tecnologia “descarbonizada”, desagrada aos ambientalistas face às questões de impacto ambiental e de segurança. essa é a razão pela qual um mix energético com forte peso das renováveis e o carregamento dos carros eléctricos durante a noite são considerados factores críticos da revolução que se promete.

“o carro eléctrico pode ser a solução para regularizar a rede ou a solução para o desastre. tem de haver disciplina no carregamento. imagine se toda a gente decide carregar de dia. a disciplina, por via das tarifas, tem de ser logo no início, antes de as pessoas criarem hábitos”, afirma delgado domingos.

mesmo que seja mais verde que os seus concorrentes da combustão interna, o carro eléctrico “não é uma maravilha da limpeza urbana”, assevera manuel ferreira dos santos, dirigente do geota, lembrando que entre 30 a 40 por cento das emissões de partículas dos carros vêm dos pneus e travões e esses vão continuar a gastar-se. para além disso, acrescenta, o carro eléctrico “também vai ocupar espaço nas cidades, tal como os outros”.

procura espera novidades

há um pequeno grupo de certezas que parte, no entanto, de outras tantas incógnitas: o carro eléctrico só passará a veículo de massas assim que ultrapassar o obstáculo tecnológico das baterias e da sua limitada autonomia e desde que os países montem rapidamente redes de carregamento com regras bem defi nidas. “é nessa área que portugal tentou ser pioneiro”, afirma tiago farias. num país sem tradição industrial automóvel, tem de “ser uma razão de outra escala, ambiental, diversifi cação energética, importação petrolífera, entre outras, o que signifi ca que o país fez uma coisa interessante, que foi montar um modelo de gestão nacional do veículo eléctrico e incentivar o arranque da infraestrutura de suporte.” e é a altura certa? “a altura certa é sempre difícil. certa era depois de haver carros, mas essa já não seria também a altura certa.”

mais do que um preço competitivo, este académico defende que será a carga fi scal, a que chama “as regras do jogo”, a ditar o sucesso do carro eléctrico. “as regras do jogo é que podem fazer uma tecnologia muito mais apelativa que outra na compra e no uso”, responde.

nas previsões da agência internacional de energia, a redução em 50 por cento das emissões de co2 até 2050, relativas a 2005, será alcançada sobretudo por via dos transportes, carros eléctricos e híbridos. em 2020, espera vendas anuais de sete milhões destes veículos e de 100 milhões em 2050, mais de metade de todos os carros vendidos no mundo nesse ano. o parque automóvel mundial actual é de 850 milhões de veículos.

com o objectivo de 10 por cento do parque nacional em 2020 ser eléctrico, o plano português parece ambicioso. “temos de nos colocar a nós próprios objectivos ambiciosos. os princípios fundamentais para a introdução do carro eléctrico estão claros: por um lado, as renováveis, por outro, problemas em armazenar a energia eléctrica. uma maneira de lidar com as energias renováveis é introduzir o carro eléctrico. é provavelmente o melhor meio de armazenar energia e usá-la de maneira que podemos cumprir as metas de redução do co2. os carros eléctricos fazem sentido do ponto de vista económico, da introdução das energias renováveis e da redução do co2. é o grande fio condutor para que isto aconteça”, afirma jan mrosik, gestor responsável pela unidade de automação da energia da siemens ag, multinacional que se associou este ano ao projecto português.

números ambiciosos

mrosik diz acreditar “nestes números ambiciosos”. “é um importante primeiro passo para fazer com que tudo isto ande. há uma série de iniciativas na ue, é preciso começar por algum lado e este é um passo perfeito.”

nos eua, o instituto de tecnologia do massachusetts (mit) fala de um novo adn, de uma revolução no automóvel, como uma de quatro grandes ideias que vão alterar radicalmente a forma como as pessoas conduzem. os investigadores propõem calmamente a revolução para um futuro que não será para a primeira geração de carros eléctricos, mas para as seguintes. desenham-se carros muito mais leves, mais pequenos, de consumo mais efi ciente, modulares, mais simples, joysticks no lugar de volantes, três lugares à frente, sentados ou em pé, vidro párabrisas simultaneamente porta. serão máquinas inteligentes, que se guiarão a elas próprias, quando necessário, e evitarão acidentes. tudo por causa da electricidade.

a revolução passa ainda pela integração do automóvel com as tecnologias de comunicação, com a internet móvel, com as redes eléctricas e com a capacidade de controlo em tempo real da mobilidade urbana e dos sistemas de energias através de mercados de preços dinâmicos não só para a energia, mas também para os parques de estacionamento, por exemplo. as baterias dos carros eléctricos passarão a ser pequenas fontes de produção descentralizada de energia, carregando de noite e entregando à rede durante o dia.

apesar da certeza com que os tecnólogos falam desta possibilidade, ela ainda não se vislumbra. delgado domingos compreende o cepticismo quanto a prazos, mas também tem uma certeza. “demorará tanto menos quanto maior for o diferencial de tarifas [entre dia e noite].” por essa altura, o mundo viverá já na geração das redes inteligentes.

a diferença de base entre carros de combustão interna e eléctricos até parece simples: de um lado, a mecânica das porcas e parafusos, do outro, a electricidade dos electrões. mas o veículo eléctrico não será uma tecnologia que vem complicar a vida às pessoas? “é o desafi o que todos enfrentamos: ter soluções que simplifi quem a vida. se for uma difícil de usar, não será aceite. as pessoas apenas querem o seu carro, guiá-lo, entrar nele de manhã e ter a certeza de que está pronto para as levar onde e quando querem”, assegura jan mrosik.
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hmgp
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Re: Comentar notícias nos média portugueses em prol dos Ev

Mensagem por hmgp »

o_volt Escreveu:parece que bloqueou ao sétimo comentário...



o 7º foi o meu que depois só entrou em 15º...

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Re: Comentar notícias nos média portugueses em prol dos Ev

Mensagem por O_volt »

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Brunus
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Re: Comentar notícias nos média portugueses em prol dos Ev

Mensagem por Brunus »

mais um: http://fliscorno.blogspot.com/2010/09/c ... ossil.html

vou deixar o meu contributo nesse


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Re: Comentar notícias nos média portugueses em prol dos Ev

Mensagem por O_volt »

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scooteko
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Re: Comentar notícias nos média portugueses em prol dos Ev

Mensagem por scooteko »

KM: Vendida com 46 centos Sem nunca ter chamado AV.

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Bluesky
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Re: Comentar notícias nos média portugueses em prol dos Ev

Mensagem por Bluesky »

o outro dia comprei a revista "quero saber" porque tinha um artigo sobre desportivos electricos, posso dizer que o meu qi baixou logo a partir do momento que dei tanto dinheiro por uma revista tão fraca. eis alguma da "sabedoria" que vem nas suas páginas...
como vivem os tubarões: não são apenas os predadores irracionais que os filmes mostram
exactamente, eu comprei esta revista porque costumo extrai o meu conhecimento dos filmes. depois deve ser irracional ou criminoso um animal no seu proprio meio alimentar-se, sobretudo quando o "estupido" estava mesmo a ver que a sua vitima era um humano...

agora em relação aos superdesportivos (chamam-lhes supercarros!) electricos...
se a ideia de conduzir um carro electrico o deprime, tenha calma.
depois de ler esta introdução fica dificil manter a calma, porque é que a ideia de conduzir um ev me haveria de deprimir? quem tem a experiencia de conduzir um carro destes e possa expressar uma opinião favoravel ou desfavorável? será esta uma revista para intelectuais que sabem tudo mesmo daquilo que não conhecem? parece-me mais para o zé e o chico ... esperto.

a partir daqui é um alimentar de mitos, que acabam por ensinar mal os mais moles de espirito.

mito: o problema das baterias caras
é que um motor electrico é alimentado por electricidade, e é ai que surge o problema: é preciso encontrar uma forma de guardar a energia no carro - ou seja, uma bateria
no minimo estranho, pois a bateria é uma solução e não um problema. só se for um problema para as petroliferas.

mito: veiculo electrico é lento (os de bateria de chumbo)
as tradicionais baterias de chumbo-acido (como as que alimentam o motor de arranque de um automovel convencional) são usadas em veiculos electricos simples, mas são muito pesadas e ocupam muito espaço, pelo menos na quantidade necessaria para alimentar um carro que de mais de 25 km/h
dois disparates graves, o primeiro a dizer as baterias de chumbo dos evs são identicas ao dos automoveis, quando é falso. os veiculos referidos serão os carrinhos de golf e os empilhadores electricos, que surgiram em versoes comerciais, que usam baterias de chumbo de tracção e jamais as baterias de chumbo de arranque tradicionais. o segundo disparate a dizer que a limitação de velocidade a 25 km/h se deve a serem baterias de chumbo, quando sabemos que o problema é a autonomia e estes veiculos de baixa velocidade são veiculos que estão sempre perto dos pontos de abastecimento local, e isso é que faz a diferença. se os agricultores tivessem posto os tratores agricolas a electricidade teriam sido finos, pois tambem é um veiculo "local", como os citadinos de curto percurso que já deveriam estar a usar as baterias de chumbo devido à extrema poluição das cidades. as de chumbo são pesadas para o arranque de um desportivo mas não para um veiculo lento, além disso ninguém é obrigado a andar com elas às costas. mas ser de chumbo não limita a velocidade de ponta. o ocupar muito espaço é uma coisa relativa, as de chumbo "ocupam muito espaço" relativamente às baterias com a mesma capacidade mas em litio - isto já faz sentido.

mito: os veiculos electricos poluem
para além disso, contêm substancias altamente tóxicas, o que não abona muito a favor das credenciais ambientais.
as baterias só são um problema ambiental se não forem recicladas, mas isso não é um problema tecnologico mas sim humano e logistico (responsabilidade civica). além disso as baterias de litio e subsequentes têm materiais muito mais neutros para o ambiente.
os carros electricos não produzem fumo e poluem pouco, emitindo só um terço de co2 dos movidos a gasolina. poderão tornar o ar das cidades mais limpo
não poderão tornar, tornam mesmo pois nao emitem emissões. libertam 1/3 de co2 que os a gasolina? devem estar a referir-se à emissão que é produzida para produzir a electricidade, mas esta produção é feita fora da cidade e está muito mal calculada, pois como é contabilizado as emissoes de co2 na produção de electridade tambem devem adicionar às emissões dos veiculos aquelas necessárias para a prospecção do petroleo, transportar o crude para a refinaria, a refinação em si (muito poluente) e depois o transporte para as gasolineiras e muitas vezes a deslocação extraordinaria dos veiculos às bombas (notem que os electricos sao abastecidos em casa). façam lá estas contas e abram essas bocas de espanto... portanto para comparação com os veiculos a gasolina os veiculos electricos não só libertam 0% em relação como inclusive fazem sequestro de co2. lembrem-se que a electricidade poderia ser só produzida com fontes limpas. ah pois é...

mito: o silencio dos evs é problemático
os motores fazem um gemido caracteristico. não é esse, contudo, o som que os fãs de supercarros desportivos querem ouvir (...) a alemã brabus, por exemplo, colocou um modulo de audio num tesla para que soasse como um motor v8 (...) estamos habituados a carros barulhentos e um quase silencioso poderá confundir peões e ciclistas
visitar o passado. resolvido o problema da poluição sonora citadino vem agora dizer que isto é um problema. o motor v8 já era, metam isto na cabeça. se eu quiser alertar peões haveria de querer o som de um coche a ranger, os metais todos a tilintar, uma duzia de cavalos a relinchar com aquele som das ferraduras a bater na calçada, isso sim! não creio que os tradicionalistas quisessem o cheiro das fezes dos cavalos quando mudaram dos coches para os carros a combustão, como eu não quero som de v8 nenhum no meu ev. eu gosto dele tal como ele é - silencioso. se os ceguinhos conseguem andar na rua sem ver creio que os peões conseguirão habituar-se aos novos veiculos silenciosos, nada de dramas. o que os motoristas verdadeiramente querem e não sabem ainda? ir numa auto-estrada ou estrada nacional a apreciar a sua musica de cd como se estivessem em casa, sem ruidos. ou irem por uma floresta a 50 km/h a ouvir os sons da natureza com total clareza, que relaxante! existirão muitas outras coisas que irão surpreende-los (pela positiva) nos veiculos electricos quando tiverem a felicidade de deitar as unhas a algum...

moral:
mais uma revista de divulgação? concerteza
mais uma revista informativa, rigorosa, interessante? discutivel, muito discutivel
_______ .oO Impossivel é um conceito /& / não uma realidade Oo. _______


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Re: Comentar notícias nos média portugueses em prol dos Ev

Mensagem por Seal »

bom texto bluesky gostei

continua a desinformação de sempre...
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Bluesky
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Re: Comentar notícias nos média portugueses em prol dos Ev

Mensagem por Bluesky »

é uma mistura de ignorancia e amor proprio ferido (que contribui para a desinformação), tipo "se os veiculos electricos fossem tão boa ideia já os construtores tinham-no no mercado e eu estaria a usar um"...

lembras teres-me dito que a byd (build your dreams) e a bmw tem logos identicos e nao se passa nada, os grupos englobam varias marcas, a honda (the power of dreams) e a suzuki (ride the wings of change), fica tudo pelos sonhos e veiculos electricos por um canudo, com datas semelhantes autorizados nas inovaçoes e claramente submissos a industria petrolifera, são demasiadas coincidencias para fazer suspeitar que todos esses grandes construtores pertencem a um mesmo patrão, representando cada marca simplesmente um sub-director. estão muito bem orquestrados os gajos... e na industria petrolifera não existe concertação de preços? ya livre concorrencia ... os tarecos - deve ser o nosso ministro que vai por tudo direito... alta autoridade contra....er... o povo?
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Re: Comentar notícias nos média portugueses em prol dos Ev

Mensagem por Seal »

cá em portugal só um alienado da realidade pode dizer que existe livre concorrência. em outros países não é bem assim...

ninguém me convence que algumas marcas não foram bem pagas pelas petrolíferas para acabarem com os seus projectos de ve´s. já repararam que quem desenvolveu ve´s antes são as que agora não os têm...

exemplo: a gm tem o volt que mm assim tem motor de combustão, a toyota tem os híbridos, a honda também, mas ve´s nada...
todas têm projectos antigos com ve´s.
Montada: Brammo Empulse R ( The best ;) )


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Re: Comentar notícias nos média portugueses em prol dos Ev

Mensagem por O_volt »

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Re: Comentar notícias nos média portugueses em prol dos Ev

Mensagem por O_volt »

agora sim, podemos lembrar a estes senhores o que eles disseram sobre os ve's na revista deles.
esta petição, quase que populista, sobre a factura da edp, que há tanto tempo está mal, serve-lhes para demonsttrar que se interessam pelo consumidor.
mas não tiveram vergonha em pôr abaixo o ve que tanto poderia poupar ao bolso dos portugueses.
eu já comentei:
http://www.deco.proteste.pt/servicos-ba ... 627511.htm
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Re: Comentar notícias nos média portugueses em prol dos Ev

Mensagem por e_bike »

a revista motociclismo informa que haverá uma palestra sobre veículos eléctricos na expomoto, e que haverá um espaço dedicado a ve este ano.
mesmo assim a organização do certame, não se lembrou de disponibilizar uma tomada a quem quisesse ir de ve.

eu já expressei o meu descontentamento! façam o mesmo por favor.

http://www.motociclismo.pt/index.php?op ... &itemid=51
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Re: Comentar notícias nos média portugueses em prol dos Ev

Mensagem por BondadeSua »

saudações verdes

esta é mesmo para desanimar!
...... " 71% não vivem sem automóvel"......... (ver pag. 4)
o estado da "coisa", é tão desanimador para o lado dos electrões, que até deve ser vista!
no jornal "metro" /porto,
http://www.readmetro.com/show/en/porto/20110323/2/4/
vem mais uma descrição dos números de consumidores do sangue de alá.
somos mesmo ricos!


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Re: Comentar notícias nos média portugueses em prol dos Ev

Mensagem por Leinad1 »

é só inteligentes neste país. aposto que uma grande fatia dos que usam o carro é apenas porque sim, e devem ter transportes públicos mesmo à porta de casa/trabalho...

e mesmo que não seja à porta, só faz bem o exercício físico.

fazendo umas contas:
eu com sou estudante tenho o passe mais barato. pago 18€ para uma distância em linha recta de 11km. de carro seriam 21,5 km para cada lado.
12,5*2(ida/volta)*20(dias uteis)=860km.
num carro com um consumo misto e 6lt/100km, dá: 860*6/100=51,6lt

considerando a melhor situação (diesel): 51,6lt * 1,4€ = 72,24€
e nem entrei em contas com o seguro automóvel + custo de aquisição/manutenção do automóvel + uic anual.

ter automóvel é um autentico luxo, e o comodismo paga-se. será que a maior parte destas pessoas alguma vez fez este género de contas?

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mauri
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Re: Comentar notícias nos média portugueses em prol dos Ev

Mensagem por mauri »

leinad1 Escreveu:é só inteligentes neste país. aposto que uma grande fatia dos que usam o carro é apenas porque sim, e devem ter transportes públicos mesmo à porta de casa/trabalho...

e mesmo que não seja à porta, só faz bem o exercício físico.

fazendo umas contas:
eu com sou estudante tenho o passe mais barato. pago 18€ para uma distância em linha recta de 11km. de carro seriam 21,5 km para cada lado.
12,5*2(ida/volta)*20(dias uteis)=860km.
num carro com um consumo misto e 6lt/100km, dá: 860*6/100=51,6lt

considerando a melhor situação (diesel): 51,6lt * 1,4€ = 72,24€
e nem entrei em contas com o seguro automóvel + custo de aquisição/manutenção do automóvel + uic anual.

ter automóvel é um autentico luxo, e o comodismo paga-se. será que a maior parte destas pessoas alguma vez fez este género de contas?
essas contas faço-as eu! l1 = €18: são mais ou parecidos a esses 43km: lisboa inteira, com a coroa 1 inclusa, ou seja lisboa, amadora, loures e arredores. na cp 50% nos preços praticados.
na falta ou numa urgência compensa o taxi prás complicações de ter carro!
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