“Os carros eléctricos são o futuro”
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Tó Miguel
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Re: “Os carros eléctricos são o futuro”
governo esclarece que veículos a electricidade não pagam nem pagarão imposto
a quercus acusa o executivo de estar a criar um imposto sobre os carros eléctricos, que não existia.
em comunicado, a associação exige esclarecimentos ao governo sobre o pagamento de imposto automóvel nos carros eléctricos, alegando que a lei já isenta estes veículos, ao contrário do que o primeiro-ministro deu a entender.
na passada quarta-feira, quando foi assinado o acordo entre o governo e a renault-nissan, o primeiro-ministro, josé sócrates anunciou que os carros eléctricos pagarão menos de 30% do imposto automóvel.
«se um carro eléctrico já existisse actualmente, apenas pagaria 30 por cento do imposto automóvel, já que este imposto tem em 70 por cento uma componente ambiental. o governo está disponível para criar um quadro fiscal ainda mais atraente», disse josé sócrates na altura.
por isso, diz a quercus, «há dois erros na afirmação do primeiro-ministro: a componente ambiental representa 60% e não 70% do cálculo do imposto e um veículo eléctrico está isento dos impostos».
carros eléctricos não pagam nem pagarão imposto
o gabinete do primeiro-ministro já reagiu. contactado pela «lusa», fonte oficial disse que o primeiro-ministro quis valorizar o facto de portugal ter uma taxa de imposto automóvel «das mais favoráveis da europa para promover veículos amigos do ambiente».
«quando se referiu aos 30% de pagamento sobre a cilindrada do imposto automóvel estava a referir-se ao caso de se aplicar o regime geral. mesmo nesse caso, no regime geral, pagaria apenas 30», defendeu o assessor de imprensa de josé sócrates.
os carros eléctricos «não pagam nem passarão a pagar» impostos automóvel e de circulação. «antes pelo contrário. o governo está empenhado em criar um regime fiscal ainda mais favorável para os veículos eléctricos», afirmou a mesma fonte.
é que, na verdade, e de acordo com o comunicado da quercus, «um veículo eléctrico está isento tanto de imposto sobre veículos como de imposto único de circulação».
«estão excluídos da incidência do imposto os seguintes veículos: veículos não motorizados, bem como os veículos exclusivamente eléctricos ou movidos a energias não combustíveis», refere a lei em que se baseia a associação. e acrescenta que, no que respeita ao imposto único de circulação, estão isentos os «veículos exclusivamente eléctricos ou movidos a energias renováveis não combustíveis» do pagamento dessa taxa.
http://www.agenciafinanceira.iol.pt/not ... iv_id=1730
a quercus acusa o executivo de estar a criar um imposto sobre os carros eléctricos, que não existia.
em comunicado, a associação exige esclarecimentos ao governo sobre o pagamento de imposto automóvel nos carros eléctricos, alegando que a lei já isenta estes veículos, ao contrário do que o primeiro-ministro deu a entender.
na passada quarta-feira, quando foi assinado o acordo entre o governo e a renault-nissan, o primeiro-ministro, josé sócrates anunciou que os carros eléctricos pagarão menos de 30% do imposto automóvel.
«se um carro eléctrico já existisse actualmente, apenas pagaria 30 por cento do imposto automóvel, já que este imposto tem em 70 por cento uma componente ambiental. o governo está disponível para criar um quadro fiscal ainda mais atraente», disse josé sócrates na altura.
por isso, diz a quercus, «há dois erros na afirmação do primeiro-ministro: a componente ambiental representa 60% e não 70% do cálculo do imposto e um veículo eléctrico está isento dos impostos».
carros eléctricos não pagam nem pagarão imposto
o gabinete do primeiro-ministro já reagiu. contactado pela «lusa», fonte oficial disse que o primeiro-ministro quis valorizar o facto de portugal ter uma taxa de imposto automóvel «das mais favoráveis da europa para promover veículos amigos do ambiente».
«quando se referiu aos 30% de pagamento sobre a cilindrada do imposto automóvel estava a referir-se ao caso de se aplicar o regime geral. mesmo nesse caso, no regime geral, pagaria apenas 30», defendeu o assessor de imprensa de josé sócrates.
os carros eléctricos «não pagam nem passarão a pagar» impostos automóvel e de circulação. «antes pelo contrário. o governo está empenhado em criar um regime fiscal ainda mais favorável para os veículos eléctricos», afirmou a mesma fonte.
é que, na verdade, e de acordo com o comunicado da quercus, «um veículo eléctrico está isento tanto de imposto sobre veículos como de imposto único de circulação».
«estão excluídos da incidência do imposto os seguintes veículos: veículos não motorizados, bem como os veículos exclusivamente eléctricos ou movidos a energias não combustíveis», refere a lei em que se baseia a associação. e acrescenta que, no que respeita ao imposto único de circulação, estão isentos os «veículos exclusivamente eléctricos ou movidos a energias renováveis não combustíveis» do pagamento dessa taxa.
http://www.agenciafinanceira.iol.pt/not ... iv_id=1730
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Re: “Os carros eléctricos são o futuro”
lei já exclui do imposto veículos exclusivamente eléctricos
no comunicado da quercus pode ler-se: «um veículo eléctrico está isento tanto de imposto sobre veículos como de imposto único de circulação». para esta afirmação, os dirigentes ambientalistas basearam-se na lei que cria o código do imposto sobre veículos (antigo imposto automóvel) - de junho de 2007 -, que refere, no artigo 2º, que os veículos exclusivamente eléctricos não pagam este imposto.
o artigo diz: «estão excluídos da incidência do imposto os seguintes veículos: veículos não motorizados, bem como os veículos exclusivamente eléctricos ou movidos a energias não combustíveis». no que respeita ao imposto único de circulação, a mesma legislação isenta os «veículos exclusivamente eléctricos ou movidos a energias renováveis não combustíveis» do pagamento dessa taxa.
a associação ambientalista defende que os veículos eléctricos devem continuar nos próximos anos «a merecer um tratamento preferencial», continuando a beneficiar deste regime de isenção.
o gabinete do primeiro-ministro garantiu à lusa que os veículos eléctricos «não pagam nem passarão a pagar [impostos automóvel e de circulação]»: «antes pelo contrário. o governo está empenhado em criar um regime fiscal ainda mais favorável para os veículos eléctricos».
governo admite engano
o governo admitiu que errou ao informar o primeiro-ministro de que os carros eléctricos vão ser sujeitos a impostos, uma vez que uma lei que entrou em vigor já durante a governação socialista isentava estes veículos de impostos, avança a tsf
o gabinete do primeiro-ministro indicou que a informação fornecida a josé sócrates tinha como base o regime geral relativo ao imposto automóvel, que prevê excepções incluindo para os automóveis eléctricos.
http://diario.iol.pt/ambiente/carros--e ... -4070.html
no comunicado da quercus pode ler-se: «um veículo eléctrico está isento tanto de imposto sobre veículos como de imposto único de circulação». para esta afirmação, os dirigentes ambientalistas basearam-se na lei que cria o código do imposto sobre veículos (antigo imposto automóvel) - de junho de 2007 -, que refere, no artigo 2º, que os veículos exclusivamente eléctricos não pagam este imposto.
o artigo diz: «estão excluídos da incidência do imposto os seguintes veículos: veículos não motorizados, bem como os veículos exclusivamente eléctricos ou movidos a energias não combustíveis». no que respeita ao imposto único de circulação, a mesma legislação isenta os «veículos exclusivamente eléctricos ou movidos a energias renováveis não combustíveis» do pagamento dessa taxa.
a associação ambientalista defende que os veículos eléctricos devem continuar nos próximos anos «a merecer um tratamento preferencial», continuando a beneficiar deste regime de isenção.
o gabinete do primeiro-ministro garantiu à lusa que os veículos eléctricos «não pagam nem passarão a pagar [impostos automóvel e de circulação]»: «antes pelo contrário. o governo está empenhado em criar um regime fiscal ainda mais favorável para os veículos eléctricos».
governo admite engano
o governo admitiu que errou ao informar o primeiro-ministro de que os carros eléctricos vão ser sujeitos a impostos, uma vez que uma lei que entrou em vigor já durante a governação socialista isentava estes veículos de impostos, avança a tsf
o gabinete do primeiro-ministro indicou que a informação fornecida a josé sócrates tinha como base o regime geral relativo ao imposto automóvel, que prevê excepções incluindo para os automóveis eléctricos.
http://diario.iol.pt/ambiente/carros--e ... -4070.html
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Re: “Os carros eléctricos são o futuro”
a ignorância de um primeiro-ministro seguida de desculpa esfarrapada
na quarta-feira passada, o eng. josé sócrates tirou da cartola um coelho apressado mas vistoso, daqueles que crescem em poucos dias por via intravenosa de hormonas: os «carros eléctricos». portugal está, supostamente, salvo: vêm aí os carros eléctricos, com o patrocínio e o beneplácito da reanult-nissan (há sempre umas marcas eleitas pelo regime, que o servem quando recrutadas para tal).
desgraçadamente, esta pífia solução de e para basbaques não esteve isenta da gaffe da ordem. as pressas e o show-off deram nisto: o sr. primeiro afirmou que "se um carro eléctrico já existisse actualmente, apenas pagaria 30 por cento do imposto automóvel, já que este imposto tem em 70 por cento uma componente ambiental” (sic), seguida da não menos extraordinária ”o governo está disponível para criar um quadro fiscal ainda mais atraente" (sic).
como bem lembrou a quercus, hoje, a componente ambiental representa 60 por cento e não 70 por cento do cálculo do imposto e, actualmente, um veículo eléctrico está isento dos impostos. um veículo eléctrico está isento tanto de imposto sobre veículos como de imposto único de circulação. o primeiro-ministro enganou-se em toda a linha (até no percentual).
perante isto, fonte oficial do gabinete do primeiro-ministro fez questão de revisitar o clássico «a emenda é pior que o soneto», desafiando o imperscrutável: afinal, o que o primeiro-ministro quis valorizar, e que só pessoas moralmente deformadas não souberam reparar, indo ao ponto de se fixar em minudências que só baralham o essencial, foi o facto de portugal ter uma taxa de imposto automóvel "das mais favoráveis da europa para promover veículos amigos do ambiente", ou seja, "quando se referiu aos 30 por cento de pagamento sobre a cilindrada do imposto automóvel [o primeiro-ministro] estava a referir-se ao caso de se aplicar o regime geral. mesmo nesse caso, no regime geral, pagaria apenas 30 por cento".
isto não roça o insulto. isto é um opróbrio. para além de portugal ter uma taxa de imposto automóvel obscena – sobre a qual incide ilicitamente o iva – a gaffe do eng. sócrates é insofismável. o que só confirma a minha tese: é mais verosímil ver o carlos abreu amorim a abraçar o paulo portas do que esperar que este governo reconheça um erro e evite, en passant, insultar a inteligência alheia.
http://31daarmada.blogs.sapo.pt/1648004.html
na quarta-feira passada, o eng. josé sócrates tirou da cartola um coelho apressado mas vistoso, daqueles que crescem em poucos dias por via intravenosa de hormonas: os «carros eléctricos». portugal está, supostamente, salvo: vêm aí os carros eléctricos, com o patrocínio e o beneplácito da reanult-nissan (há sempre umas marcas eleitas pelo regime, que o servem quando recrutadas para tal).
desgraçadamente, esta pífia solução de e para basbaques não esteve isenta da gaffe da ordem. as pressas e o show-off deram nisto: o sr. primeiro afirmou que "se um carro eléctrico já existisse actualmente, apenas pagaria 30 por cento do imposto automóvel, já que este imposto tem em 70 por cento uma componente ambiental” (sic), seguida da não menos extraordinária ”o governo está disponível para criar um quadro fiscal ainda mais atraente" (sic).
como bem lembrou a quercus, hoje, a componente ambiental representa 60 por cento e não 70 por cento do cálculo do imposto e, actualmente, um veículo eléctrico está isento dos impostos. um veículo eléctrico está isento tanto de imposto sobre veículos como de imposto único de circulação. o primeiro-ministro enganou-se em toda a linha (até no percentual).
perante isto, fonte oficial do gabinete do primeiro-ministro fez questão de revisitar o clássico «a emenda é pior que o soneto», desafiando o imperscrutável: afinal, o que o primeiro-ministro quis valorizar, e que só pessoas moralmente deformadas não souberam reparar, indo ao ponto de se fixar em minudências que só baralham o essencial, foi o facto de portugal ter uma taxa de imposto automóvel "das mais favoráveis da europa para promover veículos amigos do ambiente", ou seja, "quando se referiu aos 30 por cento de pagamento sobre a cilindrada do imposto automóvel [o primeiro-ministro] estava a referir-se ao caso de se aplicar o regime geral. mesmo nesse caso, no regime geral, pagaria apenas 30 por cento".
isto não roça o insulto. isto é um opróbrio. para além de portugal ter uma taxa de imposto automóvel obscena – sobre a qual incide ilicitamente o iva – a gaffe do eng. sócrates é insofismável. o que só confirma a minha tese: é mais verosímil ver o carlos abreu amorim a abraçar o paulo portas do que esperar que este governo reconheça um erro e evite, en passant, insultar a inteligência alheia.
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Zamith
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Re: “Os carros eléctricos são o futuro”
o problema não está nos impostos, o grande problemas é se queremos "carros do futuro", dependentes dos donos deles, que a troco de uma mensalidade nos deixam circular. e como no ev1 se porventura, os ventos políticos, por alguma razão mudarem de direcção, ficamos apeados.
ou se queremos um carro completo, todo nosso, para podermos andar a pé, sempre que desejemos. nunca porque nos obriguem.
não sou nada fã de dependências, (já me chega ser fumador).
o carro que quero no futuro tem que ser um carro livre. simplesmente por que é possível.
saudações,
zamith
ou se queremos um carro completo, todo nosso, para podermos andar a pé, sempre que desejemos. nunca porque nos obriguem.
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Re: “Os carros eléctricos são o futuro”
como eu te compreendo e concordo 100%!zamith Escreveu:o problema não está nos impostos, o grande problemas é se queremos "carros do futuro", dependentes dos donos deles, que a troco de uma mensalidade nos deixam circular. e como no ev1 se porventura, os ventos políticos, por alguma razão mudarem de direcção, ficamos apeados.
ou se queremos um carro completo, todo nosso, para podermos andar a pé, sempre que desejemos. nunca porque nos obriguem.
não sou nada fã de dependências, (já me chega ser fumador).
o carro que quero no futuro tem que ser um carro livre. simplesmente por que é possível.
saudações,
zamith
obrigado por partilhares a tua ideia!
40595 a bordo de uma Vectrix.
Procuro pontos de carga para veículos eléctricos, contacte-me! 915001177
Mapa dos pontos de carga
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Re: “Os carros eléctricos são o futuro”
eu já deixei de ser fumador em 1998, quando nasceu a minha filha mais nova e já lá vão dez anos, agora estou um pouco como o bocage, com a peça de tecido ás costas há espera da última moda, para comprar um eléctrico, ou então quem sabe fazer uma reconversão.não sou nada fã de dependências, (já me chega ser fumador).
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Re: “Os carros eléctricos são o futuro”
zamith Escreveu:o problema não está nos impostos, o grande problemas é se queremos "carros do futuro", dependentes dos donos deles, que a troco de uma mensalidade nos deixam circular. e como no ev1 se porventura, os ventos políticos, por alguma razão mudarem de direcção, ficamos apeados.
ou se queremos um carro completo, todo nosso, para podermos andar a pé, sempre que desejemos. nunca porque nos obriguem.
não sou nada fã de dependências, (já me chega ser fumador).
o carro que quero no futuro tem que ser um carro livre. simplesmente por que é possível.
saudações,
zamith
mas os carros sao pa venda ou aluguer? ainda nao ouvi falar da versão aluguer...
o aluguer, será plo que ouvi, é a bateria se a quiseres trocar, porque se a carregares em casa, não pagast mais por isso...
Cumprimentos
Nuno Leitão
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Re: “Os carros eléctricos são o futuro”
os carros são para venda, as baterias é que não, o que compensa em caso de avaria são eles que têm que repor novas sem custo, para o utilizador. no entanto podes carregar em casa sem problema.oinq Escreveu:zamith Escreveu:o problema não está nos impostos, o grande problemas é se queremos "carros do futuro", dependentes dos donos deles, que a troco de uma mensalidade nos deixam circular. e como no ev1 se porventura, os ventos políticos, por alguma razão mudarem de direcção, ficamos apeados.
ou se queremos um carro completo, todo nosso, para podermos andar a pé, sempre que desejemos. nunca porque nos obriguem.
não sou nada fã de dependências, (já me chega ser fumador).
o carro que quero no futuro tem que ser um carro livre. simplesmente por que é possível.
saudações,
zamith
mas os carros sao pa venda ou aluguer? ainda nao ouvi falar da versão aluguer...
o aluguer, será plo que ouvi, é a bateria se a quiseres trocar, porque se a carregares em casa, não pagast mais por isso...
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Re: “Os carros eléctricos são o futuro”
pessoal,
desculpem insistir.
mas para além dos perigos de práticas antigas (ev1), é exactamente a mesma coisa de que precisarmos ir às bombas de combustível atestar.
eu também o quero carregar em casa, e vamos poder carrega-los em casa. mas essa não toda a verdade. vamos assinar um contrato, que naquelas letrinhas pequeninas que ninguém vê (quanto mais ler), eles podem recolher as baterias, e depois, de que servem os carros sem as baterias, para por gasóleo é que não dá de certeza. perdoem-me o cepticismo, mas eles só fazem isto por uma razão €€€€€. e o benchmarking obriga-os a recolher o máximo de €€€€.
podem ter a certeza que ficaria muito muito mais barato comprar tudo, do que comprar o "carro" e depois pagar durante anos mensalidades, pelo uso das baterias.
correndo o risco de ser maçador, tenho que alertar para que o carro eléctrico juntamente com a micro produção eléctrica, representa além de todas as coisas que normalmente associamos a ele, representa uma mudança de paradigma (em teoria), a autonomia individual de cada ser humano em relação ao seu transporte. e essa é uma janela de oportunidade que nunca tinha surgido no passado.
coisas que dificilmente vamos ver neste portugal, são os postos públicos que já se encontram por esta europa fora, em que podemos abastecer o carro na rua, enquanto estacionado. porque essa rede, seria de todos, e não da galp ou da edp.
qualquer autarquia poderia produzir a energia para o seu concelho, tornando o concelho autónomo energeticamente.
e nós éramos realmente livres... com carros livres... energia livre... é esse o carro do futuro que eu pretendo para mim.
não estou preocupado se paga iva ou ia, se são 30% + ou -, se temos políticos à altura da situação se não temos.
temos uma mudança a fazer, e cabe-nos decidir o que queremos, e ser exigentes. não podemos ficar satisfeitos com o conveniente, corremos o risco de nos levarem por lorpas mais uma vez. temos que exigir o óptimo, simplesmente porque é possível.
saudações,
zamith
desculpem insistir.
mas para além dos perigos de práticas antigas (ev1), é exactamente a mesma coisa de que precisarmos ir às bombas de combustível atestar.
eu também o quero carregar em casa, e vamos poder carrega-los em casa. mas essa não toda a verdade. vamos assinar um contrato, que naquelas letrinhas pequeninas que ninguém vê (quanto mais ler), eles podem recolher as baterias, e depois, de que servem os carros sem as baterias, para por gasóleo é que não dá de certeza. perdoem-me o cepticismo, mas eles só fazem isto por uma razão €€€€€. e o benchmarking obriga-os a recolher o máximo de €€€€.
podem ter a certeza que ficaria muito muito mais barato comprar tudo, do que comprar o "carro" e depois pagar durante anos mensalidades, pelo uso das baterias.
correndo o risco de ser maçador, tenho que alertar para que o carro eléctrico juntamente com a micro produção eléctrica, representa além de todas as coisas que normalmente associamos a ele, representa uma mudança de paradigma (em teoria), a autonomia individual de cada ser humano em relação ao seu transporte. e essa é uma janela de oportunidade que nunca tinha surgido no passado.
coisas que dificilmente vamos ver neste portugal, são os postos públicos que já se encontram por esta europa fora, em que podemos abastecer o carro na rua, enquanto estacionado. porque essa rede, seria de todos, e não da galp ou da edp.
qualquer autarquia poderia produzir a energia para o seu concelho, tornando o concelho autónomo energeticamente.
e nós éramos realmente livres... com carros livres... energia livre... é esse o carro do futuro que eu pretendo para mim.
não estou preocupado se paga iva ou ia, se são 30% + ou -, se temos políticos à altura da situação se não temos.
temos uma mudança a fazer, e cabe-nos decidir o que queremos, e ser exigentes. não podemos ficar satisfeitos com o conveniente, corremos o risco de nos levarem por lorpas mais uma vez. temos que exigir o óptimo, simplesmente porque é possível.
saudações,
zamith
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Re: “Os carros eléctricos são o futuro”
então vamos de ter que ler as letrinhas pequeninas, para não haver surpresas.
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Re: “Os carros eléctricos são o futuro”
renault reduz expectativas de vendas para 2008
o grupo automobilístico francês renault revisou hoje para baixo suas expectativas de crescimento das vendas para 2008, e as calculou entre 5% e 10%, contra os mais de 10% que tinha anunciado no início de ano.
"há uma incerteza muito grande no setor", afirmou o diretor comercial da renault, patrick blain, para justificar este nova previsão para 2008, após apresentar os resultados comerciais do primeiro semestre.
a renault vendeu 1.325.504 carros em todo o mundo no primeiro semestre do ano, uma alta de 4,3% em relação ao mesmo período de 2007, apesar da estagnação na europa, seu principal mercado.
as vendas da renault na américa latina foram impulsionadas principalmente pelo brasil, que praticamente dobrou seu número de veículos comercializados pela fabricante francesa, com 58.792 de automóveis negociados.
blain comemorou os resultados no brasil e afirmou que as vendas no país foram melhores do que o esperado.
a renault registrou uma alta de 17,7% (136.849 automóveis) na américa latina, impulsionada ainda pela argentina, com um crescimento de 8,3%, para 40.071 veículos.
no entanto, foram registradas baixas nas vendas de 23,2% na colômbia (14.657 veículos), de 8,5% no méxico (8.003) e de 41,7% na venezuela (6.414).
na europa, as vendas da fabricante sofreram uma leve queda de 0,5%, para 864.978 veículos, mas na frança houve uma alta de 5,7%, para 366.478 automóveis.
as principais altas registradas na europa ocorreram nos mercados da alemanha, de 15% (88.295 de veículos), holanda, de 17,9% (31.234), e bélgica, de 11,7% (41.320).
as maiores quedas nas vendas da renault aconteceram na itália, de 12,2% (71.419 de veículos), e na espanha, de 22% (82.461).
na região ásia-áfrica, o aumento registrado foi de 25,4%, com 109.738 unidades, apesar da queda de 7,5% em seu principal mercado na região, a coréia do sul (52.559 de veículos).
sobre o objetivo da renault de aumentar as vendas em 800 mil veículos para 2009 em relação a 2005, blain reconheceu que a probabilidade de alcançar esse número diminuiu no atual contexto do setor.
http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinh ... 0555.shtml
então não é estranha esta aposta repentina e acelarada nos ve
o grupo automobilístico francês renault revisou hoje para baixo suas expectativas de crescimento das vendas para 2008, e as calculou entre 5% e 10%, contra os mais de 10% que tinha anunciado no início de ano.
"há uma incerteza muito grande no setor", afirmou o diretor comercial da renault, patrick blain, para justificar este nova previsão para 2008, após apresentar os resultados comerciais do primeiro semestre.
a renault vendeu 1.325.504 carros em todo o mundo no primeiro semestre do ano, uma alta de 4,3% em relação ao mesmo período de 2007, apesar da estagnação na europa, seu principal mercado.
as vendas da renault na américa latina foram impulsionadas principalmente pelo brasil, que praticamente dobrou seu número de veículos comercializados pela fabricante francesa, com 58.792 de automóveis negociados.
blain comemorou os resultados no brasil e afirmou que as vendas no país foram melhores do que o esperado.
a renault registrou uma alta de 17,7% (136.849 automóveis) na américa latina, impulsionada ainda pela argentina, com um crescimento de 8,3%, para 40.071 veículos.
no entanto, foram registradas baixas nas vendas de 23,2% na colômbia (14.657 veículos), de 8,5% no méxico (8.003) e de 41,7% na venezuela (6.414).
na europa, as vendas da fabricante sofreram uma leve queda de 0,5%, para 864.978 veículos, mas na frança houve uma alta de 5,7%, para 366.478 automóveis.
as principais altas registradas na europa ocorreram nos mercados da alemanha, de 15% (88.295 de veículos), holanda, de 17,9% (31.234), e bélgica, de 11,7% (41.320).
as maiores quedas nas vendas da renault aconteceram na itália, de 12,2% (71.419 de veículos), e na espanha, de 22% (82.461).
na região ásia-áfrica, o aumento registrado foi de 25,4%, com 109.738 unidades, apesar da queda de 7,5% em seu principal mercado na região, a coréia do sul (52.559 de veículos).
sobre o objetivo da renault de aumentar as vendas em 800 mil veículos para 2009 em relação a 2005, blain reconheceu que a probabilidade de alcançar esse número diminuiu no atual contexto do setor.
http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinh ... 0555.shtml
então não é estranha esta aposta repentina e acelarada nos ve
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Re: “Os carros eléctricos são o futuro”
se isso acontecer, não tenho duvida que aparecem concorrentes com baterias com os mesmos formatos...zamith Escreveu:vamos assinar um contrato, que naquelas letrinhas pequeninas que ninguém vê (quanto mais ler), eles podem recolher as baterias, e depois, de que servem os carros sem as baterias, para por gasóleo é que não dá de certeza.
além de que duvido muito seriamente que não houvesse um controlo governamental que impedisse os ditos gajus de fazer o que afirmas... as pessoas gastam balurdios para depois ficarem impedidos de usar? não me convencem...
quanto aos parques de carregamento, acho que deveriam existir, mas tipo parquimetro, poes a moeda e ele carrega por x horas... não é justo eu carregar 10 vezes, o vizinho carregar 100, e termos o mesmo tratamento...
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Re: “Os carros eléctricos são o futuro”
pois a minha ideia do que se vai passar é o segunte:
o aluguer da bateria é para se poder pagar o imposto tal como se paga para a gasolina!
lembram-se de que pagando o tal aluguer se podia carregar 20 vezes! se quizerem carregar mais vão ter de pagar!
e não vale a pena chuntar como alguem disse, porque basta que as ditas sejam blindadas com um circuito interno e já foste... ou tens um softwear que o consiga passar ou não vale a pena chunts externos! claro que se pode aplicar baterias diferentes livres desse impedimento mas penso que tal como existe controlo sobre o combustivel que actualmente se mete no deposito porque não ha-de haver sobre o tipo de bateria que se utiliza?
fiquei contente com o anuncio dos veiculos electricos mas quando vi o que o primeiro disse não gostei nada porque vi muitos pontos para nos "tramar" mas...
esperar para ver!
digo eu!
o aluguer da bateria é para se poder pagar o imposto tal como se paga para a gasolina!
lembram-se de que pagando o tal aluguer se podia carregar 20 vezes! se quizerem carregar mais vão ter de pagar!
e não vale a pena chuntar como alguem disse, porque basta que as ditas sejam blindadas com um circuito interno e já foste... ou tens um softwear que o consiga passar ou não vale a pena chunts externos! claro que se pode aplicar baterias diferentes livres desse impedimento mas penso que tal como existe controlo sobre o combustivel que actualmente se mete no deposito porque não ha-de haver sobre o tipo de bateria que se utiliza?
fiquei contente com o anuncio dos veiculos electricos mas quando vi o que o primeiro disse não gostei nada porque vi muitos pontos para nos "tramar" mas...
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Só sei que nada sei. Mas estou a aprender! 
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Tó Miguel
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Re: “Os carros eléctricos são o futuro”
isto que vocês estão a levar em conta, faz lembrar as fotocopiadoras da xerox quando apareceram, era demais até tínhamos que pagar fotocopias estragadas, desde que contasse era para pagar, o papel e todos os consumíveis tinham que ser xerox, só que quando apareceram as outras marcas no mercados a xerox desapareceu do mapa.
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Tó Miguel
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Re: “Os carros eléctricos são o futuro”
vamos a ver se é vantajouso para os clientes, pois a ideia é serem cobaias do projecto e penso que em qualquer altura podem modar as baterias sem que isso tenha custos para o cliente.o que é diferente neste negócio
no modelo da nissan, os proprietários dos carros não serão donos das baterias, mas de pacotes de serviço de recarregamento das pilhas de troca por avaria. as parcerias com os países interessados têm de passar por infra-estruturações, como a rede de reabastecimento das baterias. israel, por exemplo, compromete-se a ter, dentro de três anos, meio milhão de postos de recarregamento.
a nissan investiga a tecnologia eléctrica desde 1992. desde então, duplicou a energia produzida por quilo de bateria e multiplicou por cinco a potência extraída. mixim é o nome do seu novo concept car totalmente eléctrico, com um motor em cada eixo e uma bateria de lítio no chão.
vamos esperar para ver
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HLopes
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Re: “Os carros eléctricos são o futuro”
começo a achar que este fórum devia passar a chamar-se nova conspiração.... não bastava o blue e a mega-corporação conspiratória que têm todas as letras do alfabeto?
o sistema de troca de baterias serve para ultrapassar as limitações da tecnologia actual de baterias.
é muito giro ter um carro eléctrico, mas se só durar 40 km e demorar 8 horas a carregar... bom...
alguém vos obriga a por gasóleo nos vossos carros?
pensem, porra...
e já agora, saibam também que o consumo actual de energia per capita em portugal é de cerca de 500w.
a pergunta é... acham que estamos preparados para um carro de 30kw (40 cavalos) em cada garagem?
isto representa pelo menos quadruplicar (fazendo contas a olho) o consumo actual de energia eléctrica per capita.
isto produzindo a energia em centrais de carvão, gás natural, e renováveis, e importando... e baseados no principio que importar energia eléctrica à noite vai continuar a ser barato, para se fazer rebombagens para as hidroelectricas e afins, quando outros países irão também adoptar esse modelo do carro eléctrico, e que os mesmos vão ter enorme tendência para ficar a carregar à noite ( periodo de "vazio" - ahahah ).
o futuro não são os carros eléctricos.. é a energia nuclear. resta saber quanto tempo vão os portugueses demorar a perceber isto.
o sistema de troca de baterias serve para ultrapassar as limitações da tecnologia actual de baterias.
é muito giro ter um carro eléctrico, mas se só durar 40 km e demorar 8 horas a carregar... bom...
alguém vos obriga a por gasóleo nos vossos carros?
pensem, porra...
e já agora, saibam também que o consumo actual de energia per capita em portugal é de cerca de 500w.
a pergunta é... acham que estamos preparados para um carro de 30kw (40 cavalos) em cada garagem?
isto representa pelo menos quadruplicar (fazendo contas a olho) o consumo actual de energia eléctrica per capita.
isto produzindo a energia em centrais de carvão, gás natural, e renováveis, e importando... e baseados no principio que importar energia eléctrica à noite vai continuar a ser barato, para se fazer rebombagens para as hidroelectricas e afins, quando outros países irão também adoptar esse modelo do carro eléctrico, e que os mesmos vão ter enorme tendência para ficar a carregar à noite ( periodo de "vazio" - ahahah ).
o futuro não são os carros eléctricos.. é a energia nuclear. resta saber quanto tempo vão os portugueses demorar a perceber isto.
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jmal
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Re: “Os carros eléctricos são o futuro”
não fiques nervoso com isso, nunca vai toda a gente ter um carro eléctrico na garagem, se daqui a 20 anos houver 15 % de carros eléctricos nas garagens eu acho muito, tanto que o projecto da nissan/renault só contempla o fabrico de 4000, portanto isso começa por ser cerca de uma milionésima parte percentual de tudo.hlopes Escreveu:começo a achar que este fórum devia passar a chamar-se nova conspiração.... não bastava o blue e a mega-corporação conspiratória que têm todas as letras do alfabeto?
o sistema de troca de baterias serve para ultrapassar as limitações da tecnologia actual de baterias.
é muito giro ter um carro eléctrico, mas se só durar 40 km e demorar 8 horas a carregar... bom...
alguém vos obriga a por gasóleo nos vossos carros?
pensem, porra...
e já agora, saibam também que o consumo actual de energia per capita em portugal é de cerca de 500w.
a pergunta é... acham que estamos preparados para um carro de 30kw (40 cavalos) em cada garagem?
isto representa pelo menos quadruplicar (fazendo contas a olho) o consumo actual de energia eléctrica per capita.
isto produzindo a energia em centrais de carvão, gás natural, e renováveis, e importando... e baseados no principio que importar energia eléctrica à noite vai continuar a ser barato, para se fazer rebombagens para as hidroelectricas e afins, quando outros países irão também adoptar esse modelo do carro eléctrico, e que os mesmos vão ter enorme tendência para ficar a carregar à noite ( periodo de "vazio" - ahahah ).
o futuro não são os carros eléctricos.. é a energia nuclear. resta saber quanto tempo vão os portugueses demorar a perceber isto.
sendo assim tenho uma questão pra ti, esses 500w de energia é apenas eléctrica ?
se for faz o seguinte, calcula ou arranja um estudo de toda a energia que cada 1 consume, depois em vez de carros a combustiveis fosseis metes electricos e verifica quando deu a menos por cada 1. penso que vais chegar a uma conclusão interessante.
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Vectrix VX1 Limited - 8 kwh - 20000 kms
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Njay
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Re: “Os carros eléctricos são o futuro”
dizer que o consumo anual são 500w não faz sentido, w é uma unidade de potência instantânea...
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HLopes
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Re: “Os carros eléctricos são o futuro”
eu sei, mas tens que ver que os combustíveis fosseis, ineficientes quanto sejam, são... práticos e poderosos. relativamente fáceis de extrair, refinar, manusear.... polivalentes...
se todos os carros actuais tivessem 40 cavalos, poderia poupar-se imensa gasolina...
mas nós queremos é potência para deixar o gajo ao lado a comer pó no semáforo.....
ninguém quer um carro eléctrico porque ou é muito caro, muito feio, muito lento, pouco autonomo, etc etc et al.
carros a fósseis? espectáculo! 3.8s aos 100 e coiso e tal.... vai-sá bomba atesta-se, 5 minutos e siga....
njay, não sejas assim... é o consumo instantâneo médio per capita no ano de 2006...
http://en.wikipedia.org/wiki/list_of_co ... onsumption
um honroso 43º lugar.
se todos os carros actuais tivessem 40 cavalos, poderia poupar-se imensa gasolina...
mas nós queremos é potência para deixar o gajo ao lado a comer pó no semáforo.....
ninguém quer um carro eléctrico porque ou é muito caro, muito feio, muito lento, pouco autonomo, etc etc et al.
carros a fósseis? espectáculo! 3.8s aos 100 e coiso e tal.... vai-sá bomba atesta-se, 5 minutos e siga....
njay, não sejas assim... é o consumo instantâneo médio per capita no ano de 2006...
http://en.wikipedia.org/wiki/list_of_co ... onsumption
um honroso 43º lugar.
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Njay
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Re: “Os carros eléctricos são o futuro”
o link pá wikipedia tá partido.
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