koluirty Escreveu:alguém devia dizer ao senhor que os estupidos, porque a estipidez custa uma fortuna por ano ao estado, também devem pagar imposto e os estupidos titulares de cargos publicos devem pagar mais um iva de 80%
podia ser que o imbecil se demitisse.
outros que pela optica deste anormal deveriam pagar imposto:
tuberculosos, cancerosos, diabéticos, insuficientes renais, etc...
e ningúem faz uma reciclagem de tomates podres nas trombas destes imbecis ???
uma pessoa não fica tuberculosa, cancerosa ou insuficente renal por voluntariamente comer de mais!
dou-vos o meu exemplo, eu estava com o imc a tocar o excesso de peso (não o obeso), passei a comer metade do que habitualmente comia em tudo, e agora, passado meio ano já se foram quase 8 quilos e estou quase no peso ideal. se continuasse a comer a quantidade que comia antes, daqui a uns anos seria obeso!
e não, não alterei a dieta, não, não passei a fazer exercício físico de modo a soar que nem um cavalo, só passei a consumir metade da quantidade dos alimentos que sempre consumi, continuo a comer chocolate, gelado, pão, fritos, assados, assim como a mesma percentagem de comidas saudáveis que consumia antes.
passam-se algumas horas entre cada refeição com uma ligeira sensação de fome, mas tem que se aguentar...
se não tivermos sensação de fome, é porque ingerimos a quantidade de calorias que necessitamos, ou muito provavelmente, mais do que as que necessitamos e lembrem-se que só se perde peso quando ingerimos menos calorias do que necessitamos para viver, forçando o corpo a utilizar as suas preciosas reservas de gordura. o corpo só as usa em último recurso, logo quando estamos a utilizar as reservas de gordura, sentimos fome.
assim que tiver o peso correcto posso aumentar a quantidade de alimentos que ingiro uns 20% para manter o peso.
isto deve ser como deixar de fumar, é preciso é vontade!
digo deve ser, porque nunca fumei, e como tal nunca precisei de deixar.
muitos dizem que é impossível deixar de fumar, mas o meu sogro parou após 20 anos quando se assustou com uma mancha numa radiografia aos pulmões.
parece-me que os obesos deviam pagar mais imposto, tal como os fumadores têm que pagar em cada maço de tabaco que compram, devido a se estarem a suicidar com cada maço que fumam e a darem muita despesa depois ao sistema de saúde.
a única coisa que me dá pena no meio disto tudo, é ter que deixar comida no prato para ir para o lixo quando sou eu a cozinhar ou em alguns restaurantes se comer sozinho.
a razão de o número de obesos nos eua estar no descalabro que está agora, não é por eles comerem no mcdonalds, nem nas pizarias.
o mcdonalds existe há 70 anos, e há 20 anos já estava instalado por todo o território dos eua como hoje está, e a taxa de obesidade não andava como anda agora.
onde está a diferença agora então? bem, como fale acima, está na quantidade!
têm aqui uma comparação feita lá (não encontrei nenhuma feita na europa) entre o tamanho das fast-food há 20 anos e agora:
http://www.divinecaroline.com/79975/494 ... ize-vs-now.
e o maior problema, é que as porções aumentaram em todo o tipo de comida, não só nas fast-food.
inclusivamente o tamanho médio dos pratos que se vendem hoje aumentou, e até em portugal eu consigo ver isso: os pratos antigos na casa dos meus avós (paternos e maternos) são mais pequenos que todos os que eu já tive em casa.
o problema não está no tipo de comida mas sim na quantidade, pesquisem sobre o "paradoxo françês": na frança quase não se ouve falar em comidas light, eles comem comidas cheias de calorias e nãos e fala de obesidade em frança.
como é que eles fazem então? mais uma vez, cortam na quantidade, não mexem no tipo de alimentos!
a maioria dos portugueses que vão a um restaurante em frança acham as porções dos restaurantes pequenas.
aqui o portuga e ao que parece o alemão, quando vão ao restaurante ou são convidados a jantar em casa de amigos/familiares, só ficam contentes se tiverem o prato cheio até não aguentarem mais e comerem 2 ou 3 pratos cheios!
antigamente, faziam-se festas 1 ou 2 vezes por ano, dessas festas com 2, 3 e 4 pratos fora as entradas e sobremesas, hoje em dia esse número muitas vezes passou para quase todos os meses.
para mim não faz sentido continuarem a haver 3 ou 4 pratos num casamento, baptizados, comunhão, jantar/almoço de família e que se coma cada um desses pratos como se fosse o único que comemos nos almoço em casa.
é bom que hajam 3 ou 4 pratos á escolha, mas ou só de deve comer de um se quisermos um prato cheio ou então, se for para comer dos 3 ou 4 pratos terão que ser porções de restaurante gourmet, senão como não querem estar gordos?