Coisas que me fazem confusão
Enviado: quinta out 11, 2007 12:06 pm
um dia cheio de reclamações na portagem
as obras da a-14, junto ao nó de santa olaia, provocaram grande confusão entre centenas de condutores, que, “falhando” a saída habitual, acabaram por ter que pagar portagem até ao nó seguinte, em montemor-o-velho
durante grande parte do dia, especialmente de manhã, muitos condutores que utilizaram a a-14, no sentido figueira-coimbra, e que pretendiam sair no nó de santa olaia, o primeiro que dá acesso a montemor-o-velho, viram-se forçados a prosseguir até à saída seguinte, num troço sujeito a pagamento de portagem.
a situação, caricata, começou por volta das 8h00, tendo-se tornado caso de polícia por volta das 9h00, quando um distribuidor de jornais, que se dirigia da figueira para montemor, resolveu “estacionar” a viatura junto ao portageiro, como forma de protesto, bloqueando a passagem durante cerca de meia hora.
orlando machado disse ao diário de coimbra que já sabia da situação, mas achou tratar-se de uma brincadeira. «por volta das 8h00, um colega telefonou-me a dizer que tinha sido obrigado a seguir em frente, mas não acreditei», explicou.
apesar de toda a experiência, ao fim de oito anos como distribuidor de jornais, acabou por falhar a saída de santa olaia, pagando 70 cêntimos pelos quilómetros percorridos no troço até montemor.
pagou e parou a carrinha, bloqueando o trânsito, tendo sido secundado por outro condutor, que parou junto ao segundo portageiro. o bloqueio demorou cerca de meia hora, até chegarem vários elementos da brigada de trânsito, que resolveram a situação.
entretanto, apesar da zona de portagens estar liberta, o engarrafamento não abrandou, com dezenas de automóveis a formarem uma fila no acesso às duas portagens.
muitos pararam para apresentar reclamação à brisa, enquanto outros destilavam a sua frustração em cima dos elementos da brigada de trânsito, o que chegou a originar algumas trocas de palavras mais amargas.
no meio de muitos protestos, os militares tentaram serenar os ânimos, encaminhando os reclamantes para os elementos da brisa, onde foram oficializadas várias reclamações, que, ao meio da tarde ainda não tinham chegado à sede da empresa. o caso mais grave tem a ver com um condutor que, atrapalhado com a situação, acabou por não tirar tiquet e pagou mais 30 euros. reclamou e seguiu à sua vida, aguardando agora uma resolução positiva do caso.
josé marques lapão também apresentou uma reclamação, pela «vergonha» da situação, apesar de não se importar, «caso fosse devidamente avisado» pelos 40 cêntimos pagos. visivelmente alterado, garantiu que viu o sinal a indicar a saída, mas que «não existe nenhuma».
a verdade é que saída existia e estava sinalizada, como foi possível verificar, havendo mesmo informação no placard electrónico colocado alguns quilómetros antes. outra verdade é que, ainda que siga a lei, não estava colocada de forma eficaz, como foi verificado, de forma empírica, pelo número de condutores “enganados” que afluíram ontem ao nó de montemor, vindos da figueira da foz.
fonte da brisa diz, e bem, que a sinalização obrigava a uma velocidade de 60 quilómetros hora naquela zona e que muitos poucos a cumprem, mas, na prática, os sinais não são assim tão evidentes e as pessoas eram levadas a seguir em frente, pela velocidade, mas também pelo hábito, uma vez que era necessário cortar à direita, mais de um quilómetro antes da saída habitual.
de acordo com a concessionária da auto-estrada, a obra terá sido terminada durante a noite de ontem, tendo sido eliminadas as perigosas lombas que antecedem a saída para santa olaia.
as obras da a-14, junto ao nó de santa olaia, provocaram grande confusão entre centenas de condutores, que, “falhando” a saída habitual, acabaram por ter que pagar portagem até ao nó seguinte, em montemor-o-velho
durante grande parte do dia, especialmente de manhã, muitos condutores que utilizaram a a-14, no sentido figueira-coimbra, e que pretendiam sair no nó de santa olaia, o primeiro que dá acesso a montemor-o-velho, viram-se forçados a prosseguir até à saída seguinte, num troço sujeito a pagamento de portagem.
a situação, caricata, começou por volta das 8h00, tendo-se tornado caso de polícia por volta das 9h00, quando um distribuidor de jornais, que se dirigia da figueira para montemor, resolveu “estacionar” a viatura junto ao portageiro, como forma de protesto, bloqueando a passagem durante cerca de meia hora.
orlando machado disse ao diário de coimbra que já sabia da situação, mas achou tratar-se de uma brincadeira. «por volta das 8h00, um colega telefonou-me a dizer que tinha sido obrigado a seguir em frente, mas não acreditei», explicou.
apesar de toda a experiência, ao fim de oito anos como distribuidor de jornais, acabou por falhar a saída de santa olaia, pagando 70 cêntimos pelos quilómetros percorridos no troço até montemor.
pagou e parou a carrinha, bloqueando o trânsito, tendo sido secundado por outro condutor, que parou junto ao segundo portageiro. o bloqueio demorou cerca de meia hora, até chegarem vários elementos da brigada de trânsito, que resolveram a situação.
entretanto, apesar da zona de portagens estar liberta, o engarrafamento não abrandou, com dezenas de automóveis a formarem uma fila no acesso às duas portagens.
muitos pararam para apresentar reclamação à brisa, enquanto outros destilavam a sua frustração em cima dos elementos da brigada de trânsito, o que chegou a originar algumas trocas de palavras mais amargas.
no meio de muitos protestos, os militares tentaram serenar os ânimos, encaminhando os reclamantes para os elementos da brisa, onde foram oficializadas várias reclamações, que, ao meio da tarde ainda não tinham chegado à sede da empresa. o caso mais grave tem a ver com um condutor que, atrapalhado com a situação, acabou por não tirar tiquet e pagou mais 30 euros. reclamou e seguiu à sua vida, aguardando agora uma resolução positiva do caso.
josé marques lapão também apresentou uma reclamação, pela «vergonha» da situação, apesar de não se importar, «caso fosse devidamente avisado» pelos 40 cêntimos pagos. visivelmente alterado, garantiu que viu o sinal a indicar a saída, mas que «não existe nenhuma».
a verdade é que saída existia e estava sinalizada, como foi possível verificar, havendo mesmo informação no placard electrónico colocado alguns quilómetros antes. outra verdade é que, ainda que siga a lei, não estava colocada de forma eficaz, como foi verificado, de forma empírica, pelo número de condutores “enganados” que afluíram ontem ao nó de montemor, vindos da figueira da foz.
fonte da brisa diz, e bem, que a sinalização obrigava a uma velocidade de 60 quilómetros hora naquela zona e que muitos poucos a cumprem, mas, na prática, os sinais não são assim tão evidentes e as pessoas eram levadas a seguir em frente, pela velocidade, mas também pelo hábito, uma vez que era necessário cortar à direita, mais de um quilómetro antes da saída habitual.
de acordo com a concessionária da auto-estrada, a obra terá sido terminada durante a noite de ontem, tendo sido eliminadas as perigosas lombas que antecedem a saída para santa olaia.