barrocas Escreveu:nada estranho, apenas um pequeno desalinhamento na lógica
jmal - o circuito de 12v não está directamente ligado ao de 48v
para as luzes acenderem, é porque obtiveram energia que passou pelo conversor dc 48v-12v, logo, o que o motor consegue produzir ainda é substancial
o imperceptivel também vem do facto do motor ser de 6 fases, que como sabes (nem preciso de te explicar) é mais suave no funcionamento e não se sentem os impulsos de forma tão notória como nos de 3 fases.
exacto, mas o conversor dc-dc é step-down, logo ele converte qualquer tensão que esteja acima da saída, portanto os 12v, ou seja, se tiveres 13 v no circuito ele fornece 12v, na verdade o da minha mota funciona a partir de 16 volts.
o facto de ter 6 fases não o faz menos imperceptível, torna-o apenas mais silencioso e com um pouco mais de eficiência com menor tamanho.
olá. de qualquer forma, apartir do momento que o motor começa a funcionar como gerador, ele cria resistência, logo a moto perde velocidade, continuo a achar que se isto for automático, é mau.
be-cool Escreveu:olá. de qualquer forma, apartir do momento que o motor começa a funcionar como gerador, ele cria resistência, logo a moto perde velocidade, continuo a achar que se isto for automático, é mau.
abraços!
se a resistência for idêntica á de uma scooter a combustão com uma mudança engatada qual é o problema?
sempre foi assim, as eléctricas de primeira geração é mudaram esta situação.quando largamos o acelerador, parecem motas ci desengatadas, o que na minha opinião pode ser mau em estradas acidentadas pois provoca desgaste excessivo dos travões, alem de ser muito perigoso em caso de sobreaquecimento.
be-cool Escreveu:olá. de qualquer forma, apartir do momento que o motor começa a funcionar como gerador, ele cria resistência, logo a moto perde velocidade, continuo a achar que se isto for automático, é mau.
abraços!
se a resistência for idêntica á de uma scooter a combustão com uma mudança engatada qual é o problema?
sempre foi assim, as eléctricas de primeira geração é mudaram esta situação.quando largamos o acelerador, parecem motas ci desengatadas, o que na minha opinião pode ser mau em estradas acidentadas pois provoca desgaste excessivo dos travões, alem de ser muito perigoso em caso de sobreaquecimento.
justamente! tb acho que é um sistema dois em um. ajuda a carregar as baterias (até que ponto não se sabe) e é um sistema de segurança semelhante as mudanças de uma ci, fazendo que o motor não exceda "x" rotações. claro que na ve é um pouco diferente...
A revolução está em marcha e (desta vez) nada nem ninguém a poderá deter!
be-cool Escreveu:olá. de qualquer forma, apartir do momento que o motor começa a funcionar como gerador, ele cria resistência, logo a moto perde velocidade, continuo a achar que se isto for automático, é mau.
abraços!
se a resistência for idêntica á de uma scooter a combustão com uma mudança engatada qual é o problema?
sempre foi assim, as eléctricas de primeira geração é mudaram esta situação.quando largamos o acelerador, parecem motas ci desengatadas, o que na minha opinião pode ser mau em estradas acidentadas pois provoca desgaste excessivo dos travões, alem de ser muito perigoso em caso de sobreaquecimento.
justamente! tb acho que é um sistema dois em um. ajuda a carregar as baterias (até que ponto não se sabe) e é um sistema de segurança semelhante as mudanças de uma ci, fazendo que o motor não exceda "x" rotações. claro que na ve é um pouco diferente...
era mesmo isso que estava a questionar, se travava ou o tal sistema automático serve para fazer abrandamento da mota.
trava da mesma forma que uma ci trava com uma mudança engatada. lentamente, até parar é bom ser de forma automática... (se bem que so actua uns segunds dps de deixares de acelerar, o que pode ser bom ou mau, dependendo das circunstâncias)
cumps
A revolução está em marcha e (desta vez) nada nem ninguém a poderá deter!
mas há descidas que se deixarmos de acelerar a moto continua em andamento e ás vezes até aumenta a velocidade , agora se temos algo que nos vai travando na descida o mais certo é termos de acelerar para manter a velocidade, então para que serviu a energia regenerada? para se acelerar nas descidas?
pois, isto depende do estilo de condução de cada um, eu em viagens grandes, quando tenho espaço para fazer isto com segurança, gosto de acelerar, e depois fazer vários quilómetros em ponto morto aproveitando a inércia. para quem gosta de andar com mudanças engatadas este sistema trás autonomia, para mim não ia trazer. este sistema para mim, só ia obrigar-me a usar o acelerador mais vezes.
tavares Escreveu:mas há descidas que se deixarmos de acelerar a moto continua em andamento e ás vezes até aumenta a velocidade , agora se temos algo que nos vai travando na descida o mais certo é termos de acelerar para manter a velocidade, então para que serviu a energia regenerada? para se acelerar nas descidas?
não me parece
A revolução está em marcha e (desta vez) nada nem ninguém a poderá deter!
antes de mais, olá a todos.
já há bastante tempo que sou um leitor deste fórum, mas estou pela primeira a vez a escrever.
pois é, tal como a maior parte das pessoas aqui, também eu estava ansioso para experimentar a nova thunder 5000.
na sexta feira recebi o telefonema a avisar da disponibilidade da thunder 5000 para test-drive e, sábado de manhã lá estava eu para dar uma voltinha.
antes deste test-drive já tinha ido experimentar a bereco evo, da qual gostei muito do motor, mas era muito pequena para mim (meço 1,85m) e batia com os joelhos na carenagem da frente.
experimentei também a teycars cantabrico 4000w, que apesar de faltar um bocadinho de motor, tinha o tamanho ideal para mim.
chegado ao armazém, já lá estavam algumas pessoas a fazer o test-drive, e inclusivamente já uma senhora tinha feito um pequeno restyling à scooter.
sentei-me na moto que é bastante confortável e tem umas dimensões generosas (muito identica à teycars cantabrico).
tem um indicador digital com a voltagem que permite observar a voltagem das baterias.
iniciei a voltinha e fui logo para uma subida bastante acentuada. fiquei muito bem impressionado com a performance do motor. rapidamente chegou aos 60km/h e depois foi subindo lentamente de velocidade até chegar aos 75km/h.
voltei para trás, e a descer chegou logo aos 100km/h (o velocimetro apenas marca 100km/h), e experimentei os travões, que estão à altura.
quando cheguei ao armazem, carreguei a pendura e fui fazer a mesma voltinha para ver como era o comportamento a dois.
voltei à mesma subida acentuada e continuava impressionado, mesmo a dois já ia a 60 km/h quando de repente... a menos de metade da subida acende uma luz no mostrador e o motor desliga-se!!!
ainda tentei a solução microsoft (desligar e voltar a ligar...) mas nada.
inversão de marcha, aproveitar o balanço da descida, e lá vou eu de volta...
chegado ao armazem, disseram-me que aquela luz que tinha acendido era de aquecimento e que o motor se desligou por causa disso.
pois é, quando cheguei a maior duvida era se escolhia a de 40ah ou a de 60ah, afinal parece mais algumas duvidas estão a surgir.
do meu ponto de vista, a mota tinha de aguentar fazer uma viagem a fundo se fosse preciso e não aquecer por causa disso, até porque nem estava um dia tão quente assim que justificasse. pelo menos, nas várias motas que tive ao longo dos anos nenhuma delas aquecia por andar a fundo seja a subir ou a descer.
resta saber se este comportamento é normal, ou se é um defeito naquela mota.
por fim e como não podia deixar de ser, tenho de agradecer ao sr. luis charneca, que rapidamente se prontificou a averiguar se este comportamento era devido a um defeito na mota, pela simpatia e pela possibilidade de efectuar o test-drive.
estes novos modelos têm o controlador escondido debaixo do banco, e como tal não deve ter ventilação suficiente nas condições mais adversas... nas scooters de 5kw os controladores aquecem..
marcopns Escreveu:como a bl nao diz nada vou especular...
estes novos modelos têm o controlador escondido debaixo do banco, e como tal não deve ter ventilação suficiente nas condições mais adversas... nas scooters de 5kw os controladores aquecem..
o que acham os entendidos??
é necessário mais informação, estava carregada ou descarregada, o motor realmente aqueceu, ou seja, não queimava as mãos, etc,etc.
epah, eu também lá estava e achei estranho pois também eu pus a mão no motor e não queimava...nem de perto nem de longe estava quente para dar alarmes!
a mota estava com uns 30kms em cima (mas não sei se estava totalmente carregada quando começaram os testes drives...)!
ficou por esclarecer se depois da moto arrefecer, uma vez que fez o resto do trajecto a descer, a moto ficou pronta a rolar, ou se ficou mesmo avariada, ainda que tanto numa situação como noutra isso é sempre mau. o dia de facto estava ameno, e a malta quer é fazer kms despreocupado.
Maçarico, Maçarico, mas... Já cá "cantam" 17 056 KM na Batlix 5000LI60
também achei estranho, porque o motor/controlador não aqueceu o suficiente para desligar.
a moto estava com a carga inicial, e fez a longa subida do monte 3 vezes, 2 delas com pendura, a fundo (+- a 60km/h).
a luz de aviso que acendeu no painel era o 1º led de aviso de aquecimento, é apenas um aviso que se está a puxar intensamente pelo sistema, mas não é suposto desligar (isso só acontece quando acende o 2º led de sobre-aquecimento).
não avariou nada, e pouco tempo depois fez novamente a subida sem problemas, e andava como se não se tivesse passado nada
por vezes são apenas os interruptores dos travões que são demasiado sensíveis e cortam o circuito...
ainda tenho de fazer mais testes para decifrar esta questão
obviamente este assunto tem de ser analisado e resolvido, pois não é aceitável de forma alguma.
be-cool Escreveu:olá. de qualquer forma, apartir do momento que o motor começa a funcionar como gerador, ele cria resistência, logo a moto perde velocidade, continuo a achar que se isto for automático, é mau.
abraços!
tavares Escreveu:mas há descidas que se deixarmos de acelerar a moto continua em andamento e ás vezes até aumenta a velocidade , agora se temos algo que nos vai travando na descida o mais certo é termos de acelerar para manter a velocidade, então para que serviu a energia regenerada? para se acelerar nas descidas?
be-cool Escreveu:pois, isto depende do estilo de condução de cada um, eu em viagens grandes, quando tenho espaço para fazer isto com segurança, gosto de acelerar, e depois fazer vários quilómetros em ponto morto aproveitando a inércia. para quem gosta de andar com mudanças engatadas este sistema trás autonomia, para mim não ia trazer. este sistema para mim, só ia obrigar-me a usar o acelerador mais vezes.
abraços!
eu diria que um sistema automático, mas com a possibilidade de ser posto fora de acção através de um interruptor para se poder usar a inércia em certas circunstâncias era o ideal.