SAUDE
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mauri
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Re: SAUDE
China: 77 casos suspeitos de contaminação por E.coli
12 de Agosto de 2011
Um grupo de setenta e sete pessoas foi hospitalizado em consequência da ingestão de lagosta numa festa na noite de quinta-feira na cidade de Ruichang, na província chinesa de Jiangxi, revelaram hoje as autoridades locais.
Os médicos suspeitam de contaminação pela bactéria E. coli e as autoridades investigam o caso.
Problemas alimentares são comuns na China quer através da falsificação de alimentos ou de marcas quer pela ausência de condições de higiene e conservação dos alimentos.
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=526258
12 de Agosto de 2011
Um grupo de setenta e sete pessoas foi hospitalizado em consequência da ingestão de lagosta numa festa na noite de quinta-feira na cidade de Ruichang, na província chinesa de Jiangxi, revelaram hoje as autoridades locais.
Os médicos suspeitam de contaminação pela bactéria E. coli e as autoridades investigam o caso.
Problemas alimentares são comuns na China quer através da falsificação de alimentos ou de marcas quer pela ausência de condições de higiene e conservação dos alimentos.
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=526258
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Re: SAUDE
Falta de vitaminas favorece degeneração macular
12 de Agosto de 2011
De acordo com Organização Mundial da Saúde (OMS), a degeneração macular é a maior causa de cegueira definitiva no mundo. A condição é causada pela degeneração das células da área central da retina, fazendo com que a pessoa não consiga ver detalhes das imagens.
Com o envelhecimento da população, a tendência é que a ocorrência dessa doença aumente. Mas outro factor pode fazer com que a condição se torne ainda mais frequente. Os maus hábitos alimentares podem causar deficiência de vitaminas, favorecendo o desenvolvimento de problemas oculares. Os sintomas da degeneração macular incluem visão desfocada ou embaçada.
As vitaminas exercem funções diferentes que protegem os olhos contra a degeneração macular. A vitamina E é um antioxidante que não permite que as células da mácula sejam destruídas. A vitamina D é responsável pela circulação sanguínea, e por isso é necessária para que o oxigénio seja levado até a retina.
O tratamento da degeneração macular é feito com laser e consegue impedir a progressão da doença em 90% dos casos. Para a prevenção da doença é recomendado que o paciente se informe com os seus médicos sobre as fontes das vitaminas, procurando fazer uma dieta equilibrada.
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=526334
12 de Agosto de 2011
De acordo com Organização Mundial da Saúde (OMS), a degeneração macular é a maior causa de cegueira definitiva no mundo. A condição é causada pela degeneração das células da área central da retina, fazendo com que a pessoa não consiga ver detalhes das imagens.
Com o envelhecimento da população, a tendência é que a ocorrência dessa doença aumente. Mas outro factor pode fazer com que a condição se torne ainda mais frequente. Os maus hábitos alimentares podem causar deficiência de vitaminas, favorecendo o desenvolvimento de problemas oculares. Os sintomas da degeneração macular incluem visão desfocada ou embaçada.
As vitaminas exercem funções diferentes que protegem os olhos contra a degeneração macular. A vitamina E é um antioxidante que não permite que as células da mácula sejam destruídas. A vitamina D é responsável pela circulação sanguínea, e por isso é necessária para que o oxigénio seja levado até a retina.
O tratamento da degeneração macular é feito com laser e consegue impedir a progressão da doença em 90% dos casos. Para a prevenção da doença é recomendado que o paciente se informe com os seus médicos sobre as fontes das vitaminas, procurando fazer uma dieta equilibrada.
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=526334
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Re: SAUDE
Histerectomia aumenta risco de doenças cardiovasculares
12 de Agosto de 2011
Feita por diversos motivos, a histerectomia é a remoção cirúrgica do útero da mulher. Algumas mulheres ao fazerem essa operação retiram também os ovários. De acordo com estudos recentes, essa prática pode ser arriscada, por aumentar as probabilidades de a mulher sofrer um AVC ou desenvolver doenças do coração.
Investigadores alemães analisaram estatísticas quanto a esse procedimento entre os anos de 2005 e 2006. O estudo mostrou que 4% das mulheres com menos de 50 anos que fizeram uma histerectomia também removeram os seus ovários, apesar dos riscos que vêm com o procedimento.
O estudo foi publicado no jornal Deutsches Arzteblatt International.
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=526395
12 de Agosto de 2011
Feita por diversos motivos, a histerectomia é a remoção cirúrgica do útero da mulher. Algumas mulheres ao fazerem essa operação retiram também os ovários. De acordo com estudos recentes, essa prática pode ser arriscada, por aumentar as probabilidades de a mulher sofrer um AVC ou desenvolver doenças do coração.
Investigadores alemães analisaram estatísticas quanto a esse procedimento entre os anos de 2005 e 2006. O estudo mostrou que 4% das mulheres com menos de 50 anos que fizeram uma histerectomia também removeram os seus ovários, apesar dos riscos que vêm com o procedimento.
O estudo foi publicado no jornal Deutsches Arzteblatt International.
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=526395
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Re: SAUDE
Saúde: Ministério cria empresa para poupar 100 M€ em 3 anos
12 de Agosto de 2011
O Ministério da Saúde anunciou hoje a criação de uma empresa de serviços partilhados que inclui uma central de compras para o Serviço Nacional de Saúde que permitirá poupar 100 milhões de euros em três anos.
O porta-voz do Ministério da Saúde (MS), Miguel Vieira, adiantou à Lusa que a empresa Serviços Partilhados do Ministério da Saúde (SMPS) resultou de uma experiência inicial realizada pelo Serviço de Utilização Comum dos Hospitais (SUCH), denominada “Somos Compras”, criada em abril de 2007.
Miguel Vieira explicou que o SUCH manterá as funções que tinha antes da introdução da central de compras, como a manutenção de instalações e equipamentos, projectos e obras, segurança, tratamento da roupa hospitalar, limpeza e resíduos hospitalares
A SMPS, EPE tem “por missão principal a prestação de serviços partilhados específicos na área da saúde em matéria de compras e de logística, de serviços financeiros e de recursos humanos, e demais actividades complementares e subsidiárias, a todos os estabelecimentos e serviços do SNS, referiu o MS.
“É também a central de compras para os bens e serviços das instituições do SNS através de protocolo celebrado com a Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS)”, adianta.
O Ministério explicou que, com a criação desta empresa, se pretendeu “a obtenção de volumes significativos de poupança anual do Estado, contribuindo de forma directa para a necessária consolidação das contas públicas”.
“A SPMS deve potenciar poupanças nos consumos intermédios na ordem dos 100 milhões de euros no triénio deste mandato”, sustentou.
Caberá à empresa incrementar os contratos públicos de aprovisionamento, que são acordos-quadro que estabelecem valores máximos de aquisição e que permitem os diferentes hospitais negociarem com os fornecedores tendo esse valor como limite máximo. “Com base nestes procedimentos podem obter-se ganhos na ordem dos 10-15%”.
A empresa terá ainda de “incrementar a utilização de compras conjuntas, elaborar estratégias de sourcing adequadas à geração de poupanças efetivas nos preços unitários e no consumo global”.
Nestes casos a SPMS é o agente em nome de diferentes hospitais para a colocação de encomendas firmes e que pelo volume agregado e condições de pagamento permitam obter melhores condições para o Estado, espera-se nestes casos reduções na ordem dos 15 a 25%, segundo o Ministério.
Estes acordos quadro e aquisições incidirão sobre medicamentos (foro oncológico, anti-infecciosos e de consumo geral entre outros) e dispositivos médicos, como pensos, seringas e antisséticos.
A SMPS será presidida por Raul Fonseca Mascarenhas, Oficial da Armada (Administração Naval) até 1987, que exerceu funções na área de Logística e no Serviço de Informática.
Entre muitas outras funções, foi consultor do Banco Europeu de reconstrução e Desenvolvimento e do Fundo Monetário Internacional nos países da ex-União Soviética para projetos de reestruturação das finanças públicas e consultor do presidente da Comissão de Reforma do Tesouro Português.
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=526427
12 de Agosto de 2011
O Ministério da Saúde anunciou hoje a criação de uma empresa de serviços partilhados que inclui uma central de compras para o Serviço Nacional de Saúde que permitirá poupar 100 milhões de euros em três anos.
O porta-voz do Ministério da Saúde (MS), Miguel Vieira, adiantou à Lusa que a empresa Serviços Partilhados do Ministério da Saúde (SMPS) resultou de uma experiência inicial realizada pelo Serviço de Utilização Comum dos Hospitais (SUCH), denominada “Somos Compras”, criada em abril de 2007.
Miguel Vieira explicou que o SUCH manterá as funções que tinha antes da introdução da central de compras, como a manutenção de instalações e equipamentos, projectos e obras, segurança, tratamento da roupa hospitalar, limpeza e resíduos hospitalares
A SMPS, EPE tem “por missão principal a prestação de serviços partilhados específicos na área da saúde em matéria de compras e de logística, de serviços financeiros e de recursos humanos, e demais actividades complementares e subsidiárias, a todos os estabelecimentos e serviços do SNS, referiu o MS.
“É também a central de compras para os bens e serviços das instituições do SNS através de protocolo celebrado com a Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS)”, adianta.
O Ministério explicou que, com a criação desta empresa, se pretendeu “a obtenção de volumes significativos de poupança anual do Estado, contribuindo de forma directa para a necessária consolidação das contas públicas”.
“A SPMS deve potenciar poupanças nos consumos intermédios na ordem dos 100 milhões de euros no triénio deste mandato”, sustentou.
Caberá à empresa incrementar os contratos públicos de aprovisionamento, que são acordos-quadro que estabelecem valores máximos de aquisição e que permitem os diferentes hospitais negociarem com os fornecedores tendo esse valor como limite máximo. “Com base nestes procedimentos podem obter-se ganhos na ordem dos 10-15%”.
A empresa terá ainda de “incrementar a utilização de compras conjuntas, elaborar estratégias de sourcing adequadas à geração de poupanças efetivas nos preços unitários e no consumo global”.
Nestes casos a SPMS é o agente em nome de diferentes hospitais para a colocação de encomendas firmes e que pelo volume agregado e condições de pagamento permitam obter melhores condições para o Estado, espera-se nestes casos reduções na ordem dos 15 a 25%, segundo o Ministério.
Estes acordos quadro e aquisições incidirão sobre medicamentos (foro oncológico, anti-infecciosos e de consumo geral entre outros) e dispositivos médicos, como pensos, seringas e antisséticos.
A SMPS será presidida por Raul Fonseca Mascarenhas, Oficial da Armada (Administração Naval) até 1987, que exerceu funções na área de Logística e no Serviço de Informática.
Entre muitas outras funções, foi consultor do Banco Europeu de reconstrução e Desenvolvimento e do Fundo Monetário Internacional nos países da ex-União Soviética para projetos de reestruturação das finanças públicas e consultor do presidente da Comissão de Reforma do Tesouro Português.
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=526427
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Re: SAUDE
ONU declara epidemia de cólera na Somália
13 de agosto de 2011
Deslocamento em massa da população das áreas devastadas pela fome e pela violência aumenta a disseminação da doença
A Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou ontem que uma epidemia de cólera se espalha pela Somália, país devastado pela fome e pela guerra civil. Segundo a entidade, foram registrados números alarmantes de pessoas infectadas entre os milhares que se deslocaram para a capital, Mogadíscio, em busca de água e comida.

Desafio. Refugiados somalis enfrentam pior seca em 60 anos
Somente em um hospital da cidade foram registrados até agora 4.272 casos de diarreia aguda, principalmente em crianças com menos de 5 anos - 181 pessoas já morreram, segundo confirmou o médico Michel Yao, da OMS. "O número de casos é duas ou mesmo três vezes maior do que no ano passado." Yao observou ainda que a movimentação da população aumenta o risco de disseminação da doença.
Houve casos de cólera confirmados principalmente em Mogadíscio, mas também foram observados surtos em áreas do sul do país. Na capital e na região da Somalilândia, no norte, também foram confirmados casos de sarampo e dengue.
A rápida propagação da cólera é atribuída ao aumento dos assentamentos de deslocados em condições de extrema precariedade, ao difícil acesso à água potável, à falta de saneamento básico, à alta taxa de desnutrição infantil e à limitada capacidade dos centros de saúde. Estima-se que 100 mil somalis tenham buscado refúgio em Mogadíscio nos últimos dois meses.
A infecção intestinal, normalmente relacionada à contaminação da água usada para beber, provoca diarreia aguda e vômitos, deixando as crianças especialmente vulneráveis. A falta de suprimentos básicos e a seca que atinge a região - a pior em 60 anos - agravam a epidemia.
Lulu Mohamed, médica responsável pelo serviço pediátrico do hospital de Mogadíscio, afirma que a atual situação do país é pior do que a fome de 1992, no início da guerra civil. "Desde então, nunca vimos tantas crianças desnutridas. A taxa de mortalidade aumenta rapidamente", afirmou. Ela cita o caso de Ibrahim, um menino de 3 anos que está hospitalizado com os sintomas da cólera e luta, ao mesmo tempo, contra a rubéola. A criança pesa 8 quilos - o equivalente a um bebê de 8 meses - e está tão fraca que só consegue se alimentar com a ajuda de uma sonda inserida no nariz.
A mãe, Rukyo Abdullahi, contou que havia dias o menino apresentava febre, vômito e diarreia e viajou por mais de 50 quilômetros em busca de atendimento médico para o filho. Fora da capital, a assistência médica e humanitária é escassa, por falta de segurança para as equipes de ajuda.
Milícia. A ONU afirma que 3,2 milhões de pessoas - quase a metade da população da Somália - precisa de ajuda humanitária imediata. Desde 1991, o país vive em guerra civil. O governo americano estima que 29 mil pessoas já morreram de fome nos últimos meses.
O número de vítimas pode aumentar drasticamente se não houver uma distribuição de alimentos e o envio de equipes médicas às áreas atingidas.
As regiões afetadas pela seca e pela fome na Somália estão sob controle de militantes do grupo islâmico Al-Shabab, que tem ligação com a rede terrorista Al-Qaeda. Há quatro anos, os insurgentes somalis tentam depor o governo, que é apoiado por países ocidentais. Há dois anos, o grupo baniu o trabalho de agências humanitárias no território controlado pela milícia.
Entretanto, o Al-Shabab retirou-se de Mogadíscio no fim de semana. O Exército somali, apoiado por tropas de paz da União Africana (UA), alertou ontem a população a não retornar às áreas da capital que antes eram ocupadas pelo grupo.
Segundo os militares, os bairros não estão completamente seguros e existe o risco de que as áreas estejam repletas de minas terrestres. Testemunhas afirmaram à rede de TV britânica BBC que alguns poucos militantes permanecem em pontos da cidade e relataram muitos tiroteios.
A milícia, que controlava a maior parte da capital, anunciou a retirada da cidade por "motivos táticos". Mogadíscio agora é controlada por um enfraquecido governo interino e pelos 9 mil soldados da União Africana. Desde o fim de semana, os militares ocupam os distritos antes tomados pelos insurgentes.
http://www.estadao.com.br/noticias/impr ... 7908,0.htm
13 de agosto de 2011
Deslocamento em massa da população das áreas devastadas pela fome e pela violência aumenta a disseminação da doença
A Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou ontem que uma epidemia de cólera se espalha pela Somália, país devastado pela fome e pela guerra civil. Segundo a entidade, foram registrados números alarmantes de pessoas infectadas entre os milhares que se deslocaram para a capital, Mogadíscio, em busca de água e comida.

Desafio. Refugiados somalis enfrentam pior seca em 60 anos
Somente em um hospital da cidade foram registrados até agora 4.272 casos de diarreia aguda, principalmente em crianças com menos de 5 anos - 181 pessoas já morreram, segundo confirmou o médico Michel Yao, da OMS. "O número de casos é duas ou mesmo três vezes maior do que no ano passado." Yao observou ainda que a movimentação da população aumenta o risco de disseminação da doença.
Houve casos de cólera confirmados principalmente em Mogadíscio, mas também foram observados surtos em áreas do sul do país. Na capital e na região da Somalilândia, no norte, também foram confirmados casos de sarampo e dengue.
A rápida propagação da cólera é atribuída ao aumento dos assentamentos de deslocados em condições de extrema precariedade, ao difícil acesso à água potável, à falta de saneamento básico, à alta taxa de desnutrição infantil e à limitada capacidade dos centros de saúde. Estima-se que 100 mil somalis tenham buscado refúgio em Mogadíscio nos últimos dois meses.
A infecção intestinal, normalmente relacionada à contaminação da água usada para beber, provoca diarreia aguda e vômitos, deixando as crianças especialmente vulneráveis. A falta de suprimentos básicos e a seca que atinge a região - a pior em 60 anos - agravam a epidemia.
Lulu Mohamed, médica responsável pelo serviço pediátrico do hospital de Mogadíscio, afirma que a atual situação do país é pior do que a fome de 1992, no início da guerra civil. "Desde então, nunca vimos tantas crianças desnutridas. A taxa de mortalidade aumenta rapidamente", afirmou. Ela cita o caso de Ibrahim, um menino de 3 anos que está hospitalizado com os sintomas da cólera e luta, ao mesmo tempo, contra a rubéola. A criança pesa 8 quilos - o equivalente a um bebê de 8 meses - e está tão fraca que só consegue se alimentar com a ajuda de uma sonda inserida no nariz.
A mãe, Rukyo Abdullahi, contou que havia dias o menino apresentava febre, vômito e diarreia e viajou por mais de 50 quilômetros em busca de atendimento médico para o filho. Fora da capital, a assistência médica e humanitária é escassa, por falta de segurança para as equipes de ajuda.
Milícia. A ONU afirma que 3,2 milhões de pessoas - quase a metade da população da Somália - precisa de ajuda humanitária imediata. Desde 1991, o país vive em guerra civil. O governo americano estima que 29 mil pessoas já morreram de fome nos últimos meses.
O número de vítimas pode aumentar drasticamente se não houver uma distribuição de alimentos e o envio de equipes médicas às áreas atingidas.
As regiões afetadas pela seca e pela fome na Somália estão sob controle de militantes do grupo islâmico Al-Shabab, que tem ligação com a rede terrorista Al-Qaeda. Há quatro anos, os insurgentes somalis tentam depor o governo, que é apoiado por países ocidentais. Há dois anos, o grupo baniu o trabalho de agências humanitárias no território controlado pela milícia.
Entretanto, o Al-Shabab retirou-se de Mogadíscio no fim de semana. O Exército somali, apoiado por tropas de paz da União Africana (UA), alertou ontem a população a não retornar às áreas da capital que antes eram ocupadas pelo grupo.
Segundo os militares, os bairros não estão completamente seguros e existe o risco de que as áreas estejam repletas de minas terrestres. Testemunhas afirmaram à rede de TV britânica BBC que alguns poucos militantes permanecem em pontos da cidade e relataram muitos tiroteios.
A milícia, que controlava a maior parte da capital, anunciou a retirada da cidade por "motivos táticos". Mogadíscio agora é controlada por um enfraquecido governo interino e pelos 9 mil soldados da União Africana. Desde o fim de semana, os militares ocupam os distritos antes tomados pelos insurgentes.
http://www.estadao.com.br/noticias/impr ... 7908,0.htm
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Re: SAUDE
Diretor da Dental Group poderá ser impedido de exercer
13 de Agosto de 2011
O diretor das clínicas dentárias onde foram detetadas irregularidades e os restantes dentistas incorrem em sanções disciplinares que podem ir até à expulsão, o que seria inédito em Portugal, disse à Lusa o bastonário da Ordem.
Orlando Monteiro da Silva, bastonário da Ordem dos Médicos Dentistas, disse hoje à Lusa que enviou para o Conselho Deontológico e Disciplina toda a informação relativa ao caso das nove clínicas Dental Group, cujo funcionamento foi suspenso por quatro meses após fiscalizações da Entidade Reguladora da Saúde terem detetado várias irregularidades.
«Cabe a este conselho, que é independente da Ordem, tomar as medidas que entender adequadas», disse o responsável, que explicou que as sanções previstas vão desde a advertência até à suspensão, e nos casos mais graves, ao impedimento do exercício da profissão, pena esta que nunca foi aplicada.
Admitindo que assiste ao director clínico, Adriano Castro, o maior grau de responsabilidade, nomeadamente no que diz respeito às condições de higiene e segurança dos utentes, Orlando Monteiro da Silva acrescentou que também os restantes médicos dentistas são responsáveis.
«Os médicos devem certificar-se de que os procedimentos de higiene e segurança existem nos locais onde exercem» e não basta responsabilizarem-se apenas pela sua própria prática, explicou.
Questionado sobre os profissionais registados na Ordem dos Médicos Dentistas que trabalhavam nas clínicas Dental Group, o bastonário disse desconhecer o seu número, remetendo mais informações para o auto da operação da Entidade Reguladora da Saúde, que ainda não foi recebido na Ordem.
Segundo Orlando Monteiro da Silva, quatro pessoas terão recebido imediatamente ordem de expulsão por se encontrarem ilegalmente no país, havendo ainda um número indeterminado de pessoas que, estando legais, não tinham habilitação legal para exercer a profissão por não estarem registadas na Ordem.
Quanto a estas pessoas, a Ordem dos Médicos Dentistas não pode fazer nada. No entanto, caso tenham qualificações e decidam requerer carteira profissional, ficarão impedidas de se inscrever na Ordem durante cinco anos. Esta sanção já foi aplicada no passado, em «dois ou três casos».
Durante as acções de fiscalização às clínicas Dental Group, que contou também com o apoio da Ordem dos Médicos Dentistas e do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras, foram apreendidos medicamentos e materiais dentários fora de prazo, detectadas deficiências graves na cadeia de esterilização, instrumentos dentários em mau estado de conservação, material cirúrgico de uso único reutilizado, inexistência de material de suporte básico de vida e deficiências de higiene de instalações, acessibilidade a pessoas com mobilidade condicionada e outras deficiências de construção.
Foram também detectados trabalhadores estrangeiros em situação ilegal e sem habilitações, que foram notificados pelo SEF para abandono do território nacional.
«Em fiscalizações anteriores foram detectados fortes indícios de aí se encontrarem profissionais não habilitados no exercício de funções e em situação ilegal de permanência em Portugal. Nenhum destes estabelecimentos possui licença de funcionamento, nem se encontra registado na ERS», adiantou na altura a ERS.
Segundo a ERS, na sequência das acções de fiscalização, foi identificada «a falta de habilitações para o exercício da profissão, bem como falta de inscrição na respectiva ordem profissional ou na Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS)».
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=526432
13 de Agosto de 2011
O diretor das clínicas dentárias onde foram detetadas irregularidades e os restantes dentistas incorrem em sanções disciplinares que podem ir até à expulsão, o que seria inédito em Portugal, disse à Lusa o bastonário da Ordem.
Orlando Monteiro da Silva, bastonário da Ordem dos Médicos Dentistas, disse hoje à Lusa que enviou para o Conselho Deontológico e Disciplina toda a informação relativa ao caso das nove clínicas Dental Group, cujo funcionamento foi suspenso por quatro meses após fiscalizações da Entidade Reguladora da Saúde terem detetado várias irregularidades.
«Cabe a este conselho, que é independente da Ordem, tomar as medidas que entender adequadas», disse o responsável, que explicou que as sanções previstas vão desde a advertência até à suspensão, e nos casos mais graves, ao impedimento do exercício da profissão, pena esta que nunca foi aplicada.
Admitindo que assiste ao director clínico, Adriano Castro, o maior grau de responsabilidade, nomeadamente no que diz respeito às condições de higiene e segurança dos utentes, Orlando Monteiro da Silva acrescentou que também os restantes médicos dentistas são responsáveis.
«Os médicos devem certificar-se de que os procedimentos de higiene e segurança existem nos locais onde exercem» e não basta responsabilizarem-se apenas pela sua própria prática, explicou.
Questionado sobre os profissionais registados na Ordem dos Médicos Dentistas que trabalhavam nas clínicas Dental Group, o bastonário disse desconhecer o seu número, remetendo mais informações para o auto da operação da Entidade Reguladora da Saúde, que ainda não foi recebido na Ordem.
Segundo Orlando Monteiro da Silva, quatro pessoas terão recebido imediatamente ordem de expulsão por se encontrarem ilegalmente no país, havendo ainda um número indeterminado de pessoas que, estando legais, não tinham habilitação legal para exercer a profissão por não estarem registadas na Ordem.
Quanto a estas pessoas, a Ordem dos Médicos Dentistas não pode fazer nada. No entanto, caso tenham qualificações e decidam requerer carteira profissional, ficarão impedidas de se inscrever na Ordem durante cinco anos. Esta sanção já foi aplicada no passado, em «dois ou três casos».
Durante as acções de fiscalização às clínicas Dental Group, que contou também com o apoio da Ordem dos Médicos Dentistas e do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras, foram apreendidos medicamentos e materiais dentários fora de prazo, detectadas deficiências graves na cadeia de esterilização, instrumentos dentários em mau estado de conservação, material cirúrgico de uso único reutilizado, inexistência de material de suporte básico de vida e deficiências de higiene de instalações, acessibilidade a pessoas com mobilidade condicionada e outras deficiências de construção.
Foram também detectados trabalhadores estrangeiros em situação ilegal e sem habilitações, que foram notificados pelo SEF para abandono do território nacional.
«Em fiscalizações anteriores foram detectados fortes indícios de aí se encontrarem profissionais não habilitados no exercício de funções e em situação ilegal de permanência em Portugal. Nenhum destes estabelecimentos possui licença de funcionamento, nem se encontra registado na ERS», adiantou na altura a ERS.
Segundo a ERS, na sequência das acções de fiscalização, foi identificada «a falta de habilitações para o exercício da profissão, bem como falta de inscrição na respectiva ordem profissional ou na Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS)».
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=526432
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Re: SAUDE
Quase um quarto dos seropositivos são despedidos
15 de Agosto de 2011
A discriminação de que são alvo os trabalhadores infectados com o HIV/SIDA leva a que apenas 17,4% dos doentes comuniquem a sua situação as patrões, indica um inquérito da Coordenação Nacional para a Infecção HIV/SIDA. O estudo mostra ainda que quase 23% dos trabalhadores que reportam a doença aos seus superiores foram despedidos, indica a edição desta segunda-feira do Diário de Notícias.
Mais de metade dos trabalhadores despedidos por este motivo foram-no no espaço de apenas uma semana.
O estudo, intitulado «Diagnóstico da Infecção VIH/SIDA: representações e efeitos nas relações laborais», foi realizado pelo Instituto de Sociologia da Faculdade de Letras da Universidade do Porto e o Centro de Investigação e Estudos de Sociologia do ISCTE mediante a recolha de dados entre 2009 e meados deste ano junto de 14 hospitais e envolvem 1634 doentes.
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=526578
15 de Agosto de 2011
A discriminação de que são alvo os trabalhadores infectados com o HIV/SIDA leva a que apenas 17,4% dos doentes comuniquem a sua situação as patrões, indica um inquérito da Coordenação Nacional para a Infecção HIV/SIDA. O estudo mostra ainda que quase 23% dos trabalhadores que reportam a doença aos seus superiores foram despedidos, indica a edição desta segunda-feira do Diário de Notícias.
Mais de metade dos trabalhadores despedidos por este motivo foram-no no espaço de apenas uma semana.
O estudo, intitulado «Diagnóstico da Infecção VIH/SIDA: representações e efeitos nas relações laborais», foi realizado pelo Instituto de Sociologia da Faculdade de Letras da Universidade do Porto e o Centro de Investigação e Estudos de Sociologia do ISCTE mediante a recolha de dados entre 2009 e meados deste ano junto de 14 hospitais e envolvem 1634 doentes.
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=526578
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Re: SAUDE
Medicamentos: preço obrigatório nas embalagens só em Dezembro
15 de Agosto de 2011
A obrigatoriedade de os medicamentos à venda nas farmácias trazerem a indicação dos preços nas embalagens, prevista na lei para começar na terça-feira, só estará em vigor no início de Dezembro, por determinação do Infarmed.
No dia 16 de Junho foi publicada em Diário da República a Lei n.º 25/2011 que estabelecia a obrigatoriedade da indicação do preço de venda ao público (PVP) na rotulagem dos medicamentos.
Os prazos definidos para escoar os fármacos sem indicação de preço eram de 30 dias para os distribuidores por grosso e 60 dias para as farmácias, a partir da data de entrada em vigor do diploma (17 de Junho).
Contudo, a lei não estabelecia um prazo de adaptação para os titulares de Autorização de Introdução no Mercado (AIM) e fabricantes a esta nova exigência.
Nesse sentido, o Infarmed emitiu dias depois uma circular informativa explicando que as modificações que a serem introduzidas no processo produtivo não eram “compatíveis com a sua imediata implementação”, existindo risco de falhas no abastecimento de medicamentos ao mercado.
Por isso, estabeleceu que a indústria não poderia colocar no mercado nenhuma embalagem sem PVP marcado a partir de dia 1 de Agosto, inclusive, e que os distribuidores teriam 30 dias úteis a partir dessa data para escoar os medicamentos sem preço.
Quanto às farmácias, dispõem para o mesmo efeito de 60 dias úteis a contar do termo do prazo dos distribuidores.
A indicação do preço de venda ao público na rotulagem dos medicamentos pode ser feita através de impressão, etiqueta ou carimbo, não sendo por isso necessária autorização do Infarmed para a aposição das etiquetas ou carimbos com a menção do PVP na rotulagem.
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=526594
15 de Agosto de 2011
A obrigatoriedade de os medicamentos à venda nas farmácias trazerem a indicação dos preços nas embalagens, prevista na lei para começar na terça-feira, só estará em vigor no início de Dezembro, por determinação do Infarmed.
No dia 16 de Junho foi publicada em Diário da República a Lei n.º 25/2011 que estabelecia a obrigatoriedade da indicação do preço de venda ao público (PVP) na rotulagem dos medicamentos.
Os prazos definidos para escoar os fármacos sem indicação de preço eram de 30 dias para os distribuidores por grosso e 60 dias para as farmácias, a partir da data de entrada em vigor do diploma (17 de Junho).
Contudo, a lei não estabelecia um prazo de adaptação para os titulares de Autorização de Introdução no Mercado (AIM) e fabricantes a esta nova exigência.
Nesse sentido, o Infarmed emitiu dias depois uma circular informativa explicando que as modificações que a serem introduzidas no processo produtivo não eram “compatíveis com a sua imediata implementação”, existindo risco de falhas no abastecimento de medicamentos ao mercado.
Por isso, estabeleceu que a indústria não poderia colocar no mercado nenhuma embalagem sem PVP marcado a partir de dia 1 de Agosto, inclusive, e que os distribuidores teriam 30 dias úteis a partir dessa data para escoar os medicamentos sem preço.
Quanto às farmácias, dispõem para o mesmo efeito de 60 dias úteis a contar do termo do prazo dos distribuidores.
A indicação do preço de venda ao público na rotulagem dos medicamentos pode ser feita através de impressão, etiqueta ou carimbo, não sendo por isso necessária autorização do Infarmed para a aposição das etiquetas ou carimbos com a menção do PVP na rotulagem.
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=526594
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mauri
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Re: SAUDE
Investigadores chineses associam vírus à hipertensão
15 de Agosto de 2011
A hipertensão pode ser causada por um vírus muito comum, segundo um estudo de médicos chineses que poderá ter implicações para centenas de milhões de pacientes em todo o mundo, anunciou hoje um dos investigadores.
Segundo a mesma fonte, a equipa do centro de cardiologia do Hospital de Chaoyang, em Pequim, conseguiu confirmar, pela primeira vez, a ligação entre o vírus cytomégalo (CMV) e a forma mais comum de hipertensão.
O vírus em causa, que se propaga através dos fluidos corporais, é responsável por infeções na maioria dos seres humanos nalgum momento de suas vidas, não apresentando sintomas especiais.
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=526613
15 de Agosto de 2011
A hipertensão pode ser causada por um vírus muito comum, segundo um estudo de médicos chineses que poderá ter implicações para centenas de milhões de pacientes em todo o mundo, anunciou hoje um dos investigadores.
Segundo a mesma fonte, a equipa do centro de cardiologia do Hospital de Chaoyang, em Pequim, conseguiu confirmar, pela primeira vez, a ligação entre o vírus cytomégalo (CMV) e a forma mais comum de hipertensão.
O vírus em causa, que se propaga através dos fluidos corporais, é responsável por infeções na maioria dos seres humanos nalgum momento de suas vidas, não apresentando sintomas especiais.
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=526613
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Re: SAUDE
Morte precoce por cancro do pulmão sobe 15%
16/08/2011
Anos de vida perdidos antes dos 70 vão subir nestes tumores, caso não haja políticas de prevenção e campanhas contra o tabagismo, já que não há rastreios.
Em 2016, o número de anos de vida perdidos precocemente por cancro do pulmão, traqueia e brônquios pode subir 15%, caso não haja estratégias concertadas de combate ao tabagismo. Estas são as previsões avançadas por peritos que estão a trabalhar no novo plano nacional de saúde, que define pela primeira vez metas para doenças que causam mortes prematuras, ou seja, antes dos 70 anos, e que podem ser evitadas.
Se em 2009 a taxa de anos de vida perdidos precocemente (AVPP) por cem mil habitantes era de 144,4, a projecção para 2016 é de 164,6, quase 35% acima dos dados de 2001.
http://www.dn.pt/inicio/portugal/interi ... id=1952412
16/08/2011
Anos de vida perdidos antes dos 70 vão subir nestes tumores, caso não haja políticas de prevenção e campanhas contra o tabagismo, já que não há rastreios.
Em 2016, o número de anos de vida perdidos precocemente por cancro do pulmão, traqueia e brônquios pode subir 15%, caso não haja estratégias concertadas de combate ao tabagismo. Estas são as previsões avançadas por peritos que estão a trabalhar no novo plano nacional de saúde, que define pela primeira vez metas para doenças que causam mortes prematuras, ou seja, antes dos 70 anos, e que podem ser evitadas.
Se em 2009 a taxa de anos de vida perdidos precocemente (AVPP) por cem mil habitantes era de 144,4, a projecção para 2016 é de 164,6, quase 35% acima dos dados de 2001.
http://www.dn.pt/inicio/portugal/interi ... id=1952412
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Re: SAUDE
Governo quer fazer testes de HIV, hepatite e sífilis em todos os índios do país
17 de agosto de 2011
Ação pretende examinar todos os índios brasileiros com mais de dez anos até o fim de 2012
O governo lança neste mês um programa destinado a realizar testes rápidos de HIV, sífilis e hepatites B e C em todas as aldeias indígenas do Brasil.

Ação pretende examinar todos os índios brasileiros com mais de dez anos até o fim de 2012
A ação pretende examinar, até o fim de 2012, todos os índios brasileiros com mais de dez anos - idade média para o início da vida sexual no grupo - e encaminhar para o tratamento os que obtiverem resultados positivos.
Segundo o secretário especial de Saúde Indígena do Ministério da Saúde, Antônio Alves de Souza, resultados de um projeto piloto do programa, aplicado em 46 mil indígenas do Amazonas e de Roraima, indicaram níveis "preocupantes" de HIV e sífilis.
A prevalência de sífilis na população indígena avaliada foi de 1,43%, inferior à média do resto do país (2,1%), ao passo que a de HIV foi de 0,1%, ante 0,6% da média nacional.
Para Souza, ainda que inferiores aos índices nacionais, ambos os dados exigem atenção por demonstrar que há transmissão dos vírus mesmo em populações isoladas, o que indica que seus integrantes mantêm contato com pessoas contagiadas fora das aldeias.
"Qualquer índio que obtenha resultado positivo numa aldeia é motivo de preocupação", disse o secretário à BBC Brasil.
Em gestantes indígenas, a prevalência de sífilis foi de 1,03%, mais baixa que as taxas encontradas em gestantes nos centros urbanos (1,6%). O índice de HIV em indígenas gestantes foi de 0,08%.
Segundo o IBGE (Instituto de Geografia Estatística), há cerca de 650 mil indígenas em aldeias no Brasil.
Resultados rápidos
De acordo com Souza, os kits para o teste garantem, com poucas gotas de sangue, a obtenção dos resultados em até 30 minutos e podem ser transportados mesmo em condições de calor e umidade, fator essencial para que sejam levados às aldeias mais remotas.
Antes, os indígenas precisavam ser removidos para as áreas urbanas para a coleta de sangue e posterior análise dos resultados, o que podia levar até 15 dias.
Os testes começam a ser aplicados em aldeias de Minas Gerais, do Espírito Santo e do Mato Grosso nos dias 27 e 28 de agosto; nos meses seguintes, devem chegar aos demais Estados.
Souza explica que os aplicadores estão sendo treinados por cerca de 70 técnicos que participaram de um seminário em Brasília no mês passado.
Em caso de resultados positivos para sífilis, a equipe dará início imediato ao tratamento; já nos casos de HIV e hepatite, os indígenas serão convidados a realizar testes de confirmação no município mais próximo. Comprovada a doença, serão tratados em unidades do SUS (Sistema Único de Saúde).
Para Souza, ao promover o encaminhamento à cidade somente dos indígenas diagnosticados, o programa garantirá a economia de recursos. Ele afirma ainda que uma das premissas do programa é garantir que os resultados dos exames fiquem sob sigilo, para evitar a discriminação dos infectados.
Segundo Souza, o programa também visa informar os indígenas sobre como as doenças se transmitem e os modos de prevenção. Para isso, explica que os agentes terão de levar em conta as características culturais locais.
"Sabemos que há culturas indígenas que não aceitam o uso de preservativos", afirma. "Teremos que trabalhar para que, se não usarem na aldeia, ao menos usem quando se deslocarem à área urbana, em caso de contato com pessoas de fora."
Ele diz que, em certos grupos, as mulheres costumam ser mais resistentes ao uso da camisinha, questão que também deve ser abordada nas campanhas educativas.
Tratamento de HIV
A médica e idealizadora do programa, Adele Benzaken, da Fundação Alfredo da Matta, diz que, no projeto piloto, quase 100% do público-alvo concordou em fazer o teste.
Ela afirma ainda que a acolhida aos tratamentos indicados para sífilis tem sido igualmente positiva. "A população indígena gosta de ser testada e acredita muito no tratamento injetável", disse ela à BBC Brasil.
O problema maior, segundo Benzaken, é convencê-los a se tratar em caso de HIV, pois diz que os indígenas costumam resistir à ideia de que devem passar o resto da vida ingerindo medicamentos para combater uma doença que, em muitos casos, demora a provocar sintomas.
Outra complicação é removê-lo para o município mais próximo. "Já vi indígena se negar porque quer fazer o tratamento com o pajé, e aí você não pode fazer nada", afirma.
A transferência para a cidade, segundo a médica, torna-se ainda mais improvável quando esses indígenas já tiveram decepções com o sistema de saúde.
http://www.estadao.com.br/noticias/naci ... 9586,0.htm
17 de agosto de 2011
Ação pretende examinar todos os índios brasileiros com mais de dez anos até o fim de 2012
O governo lança neste mês um programa destinado a realizar testes rápidos de HIV, sífilis e hepatites B e C em todas as aldeias indígenas do Brasil.

Ação pretende examinar todos os índios brasileiros com mais de dez anos até o fim de 2012
A ação pretende examinar, até o fim de 2012, todos os índios brasileiros com mais de dez anos - idade média para o início da vida sexual no grupo - e encaminhar para o tratamento os que obtiverem resultados positivos.
Segundo o secretário especial de Saúde Indígena do Ministério da Saúde, Antônio Alves de Souza, resultados de um projeto piloto do programa, aplicado em 46 mil indígenas do Amazonas e de Roraima, indicaram níveis "preocupantes" de HIV e sífilis.
A prevalência de sífilis na população indígena avaliada foi de 1,43%, inferior à média do resto do país (2,1%), ao passo que a de HIV foi de 0,1%, ante 0,6% da média nacional.
Para Souza, ainda que inferiores aos índices nacionais, ambos os dados exigem atenção por demonstrar que há transmissão dos vírus mesmo em populações isoladas, o que indica que seus integrantes mantêm contato com pessoas contagiadas fora das aldeias.
"Qualquer índio que obtenha resultado positivo numa aldeia é motivo de preocupação", disse o secretário à BBC Brasil.
Em gestantes indígenas, a prevalência de sífilis foi de 1,03%, mais baixa que as taxas encontradas em gestantes nos centros urbanos (1,6%). O índice de HIV em indígenas gestantes foi de 0,08%.
Segundo o IBGE (Instituto de Geografia Estatística), há cerca de 650 mil indígenas em aldeias no Brasil.
Resultados rápidos
De acordo com Souza, os kits para o teste garantem, com poucas gotas de sangue, a obtenção dos resultados em até 30 minutos e podem ser transportados mesmo em condições de calor e umidade, fator essencial para que sejam levados às aldeias mais remotas.
Antes, os indígenas precisavam ser removidos para as áreas urbanas para a coleta de sangue e posterior análise dos resultados, o que podia levar até 15 dias.
Os testes começam a ser aplicados em aldeias de Minas Gerais, do Espírito Santo e do Mato Grosso nos dias 27 e 28 de agosto; nos meses seguintes, devem chegar aos demais Estados.
Souza explica que os aplicadores estão sendo treinados por cerca de 70 técnicos que participaram de um seminário em Brasília no mês passado.
Em caso de resultados positivos para sífilis, a equipe dará início imediato ao tratamento; já nos casos de HIV e hepatite, os indígenas serão convidados a realizar testes de confirmação no município mais próximo. Comprovada a doença, serão tratados em unidades do SUS (Sistema Único de Saúde).
Para Souza, ao promover o encaminhamento à cidade somente dos indígenas diagnosticados, o programa garantirá a economia de recursos. Ele afirma ainda que uma das premissas do programa é garantir que os resultados dos exames fiquem sob sigilo, para evitar a discriminação dos infectados.
Segundo Souza, o programa também visa informar os indígenas sobre como as doenças se transmitem e os modos de prevenção. Para isso, explica que os agentes terão de levar em conta as características culturais locais.
"Sabemos que há culturas indígenas que não aceitam o uso de preservativos", afirma. "Teremos que trabalhar para que, se não usarem na aldeia, ao menos usem quando se deslocarem à área urbana, em caso de contato com pessoas de fora."
Ele diz que, em certos grupos, as mulheres costumam ser mais resistentes ao uso da camisinha, questão que também deve ser abordada nas campanhas educativas.
Tratamento de HIV
A médica e idealizadora do programa, Adele Benzaken, da Fundação Alfredo da Matta, diz que, no projeto piloto, quase 100% do público-alvo concordou em fazer o teste.
Ela afirma ainda que a acolhida aos tratamentos indicados para sífilis tem sido igualmente positiva. "A população indígena gosta de ser testada e acredita muito no tratamento injetável", disse ela à BBC Brasil.
O problema maior, segundo Benzaken, é convencê-los a se tratar em caso de HIV, pois diz que os indígenas costumam resistir à ideia de que devem passar o resto da vida ingerindo medicamentos para combater uma doença que, em muitos casos, demora a provocar sintomas.
Outra complicação é removê-lo para o município mais próximo. "Já vi indígena se negar porque quer fazer o tratamento com o pajé, e aí você não pode fazer nada", afirma.
A transferência para a cidade, segundo a médica, torna-se ainda mais improvável quando esses indígenas já tiveram decepções com o sistema de saúde.
http://www.estadao.com.br/noticias/naci ... 9586,0.htm
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Re: SAUDE
1,5 milhões de portugueses sem médico de família
19/08/2011
Cerca de 1,5 milhões de portugueses inscritos nos centros de saúde em 2010 não têm médico de família, revela o relatório da actividade dos Agrupamentos de Centros de Saúde (ACES) da Administração Central dos Serviços de Saúde (ACSS).

"Os dados referentes a 2010, excluindo os inscritos que optam por não ter médico de família, apontam para um valor nacional de 15% de inscritos sem médico de família, o que significa que cerca de 1,5 milhões de pessoas ainda não têm médico atribuído", observa o relatório elaborado pela Unidade Funcional para os Cuidados de Saúde Primários da ACSS. Em Janeiro, a então ministra da Saúde, Ana Jorge, apontava para meio milhão de portugueses sem médico de família.
Segundo o relatório da ACSS, apesar de o valor nacional ser de 15%, "as assimetrias regionais são ainda bastante significativas". Em 2010 as regiões Lisboa e Vale do Tejo e Algarve eram as únicas abaixo da média nacional (6,8 médicos por 10.000 residentes), apresentando um rácio de médicos de 6,4 por 10.000 habitantes.
As consultas médicas realizadas em 2010 nos cuidados de saúde primários (CSP) registaram um aumento de 2,7% em relação a 2009.
As regiões de saúde do Algarve e Alentejo registaram valores de crescimento do número de consultas acima da média, de 3,9% e 6,9%, respectivamente.
As regiões com maior número de consultas per capita são o Alentejo e o Centro. Na região de Alentejo, por exemplo, concretizam-se 35% mais consultas per capita do que a média nacional (2,9 consultas per capita), o que pode estar relacionado com o seu índice de envelhecimento (em 2009 o valor foi de 58,5 para um valor nacional de 49,7) e índice de dependência total (em 2009 o valor foi de 186,6 para um valor nacional de 120,3).
Em sentido contrário está a região do Algarve - que se depara com uma "forte escassez" de médicos de família -, onde são realizadas menos 20% de consultas per capita do que a média nacional, refere o documento divulgado no site da ACSS.
As consultas nos SAP baixaram significativamente em todas as regiões (23% a nível nacional), refere o documento, que aponta como razão a reorganização dos serviços de urgência, que levou ao encerramento de vários SAP nos últimos anos.
"Esta variação deve ser considerada como positiva no sentido em que esta actividade é transferida para os cuidados de saúde personalizados via Unidades de Saúde Familiar (USF) e Unidades de Cuidados de Saúde Personalizados (UCSP)", observa.
Segundo os autores do documento, a reforma dos CSP veio facilitar o acesso pela forma de organização de trabalho em equipas autónomas. As Unidades de Saúde Familiar cobrem já cerca de 36% da população (304 USF existentes em Julho de 2011).
"As restantes unidades de cuidados personalizados estão também a organizar-se, à semelhança das USF, de forma a dar resposta às necessidades da população. No entanto, nestas unidades verifica-se um número considerável dos utentes inscritos sem médico de família", salientam.
Apesar da tendência ligeiramente decrescente das consultas não programadas em função do total de consultas, entre o ano 2009 e 2010, os valores observados (60%) demonstram ainda um elevado peso da actividade não programada.
http://www.dn.pt/inicio/portugal/interi ... 50&page=-1
19/08/2011
Cerca de 1,5 milhões de portugueses inscritos nos centros de saúde em 2010 não têm médico de família, revela o relatório da actividade dos Agrupamentos de Centros de Saúde (ACES) da Administração Central dos Serviços de Saúde (ACSS).

"Os dados referentes a 2010, excluindo os inscritos que optam por não ter médico de família, apontam para um valor nacional de 15% de inscritos sem médico de família, o que significa que cerca de 1,5 milhões de pessoas ainda não têm médico atribuído", observa o relatório elaborado pela Unidade Funcional para os Cuidados de Saúde Primários da ACSS. Em Janeiro, a então ministra da Saúde, Ana Jorge, apontava para meio milhão de portugueses sem médico de família.
Segundo o relatório da ACSS, apesar de o valor nacional ser de 15%, "as assimetrias regionais são ainda bastante significativas". Em 2010 as regiões Lisboa e Vale do Tejo e Algarve eram as únicas abaixo da média nacional (6,8 médicos por 10.000 residentes), apresentando um rácio de médicos de 6,4 por 10.000 habitantes.
As consultas médicas realizadas em 2010 nos cuidados de saúde primários (CSP) registaram um aumento de 2,7% em relação a 2009.
As regiões de saúde do Algarve e Alentejo registaram valores de crescimento do número de consultas acima da média, de 3,9% e 6,9%, respectivamente.
As regiões com maior número de consultas per capita são o Alentejo e o Centro. Na região de Alentejo, por exemplo, concretizam-se 35% mais consultas per capita do que a média nacional (2,9 consultas per capita), o que pode estar relacionado com o seu índice de envelhecimento (em 2009 o valor foi de 58,5 para um valor nacional de 49,7) e índice de dependência total (em 2009 o valor foi de 186,6 para um valor nacional de 120,3).
Em sentido contrário está a região do Algarve - que se depara com uma "forte escassez" de médicos de família -, onde são realizadas menos 20% de consultas per capita do que a média nacional, refere o documento divulgado no site da ACSS.
As consultas nos SAP baixaram significativamente em todas as regiões (23% a nível nacional), refere o documento, que aponta como razão a reorganização dos serviços de urgência, que levou ao encerramento de vários SAP nos últimos anos.
"Esta variação deve ser considerada como positiva no sentido em que esta actividade é transferida para os cuidados de saúde personalizados via Unidades de Saúde Familiar (USF) e Unidades de Cuidados de Saúde Personalizados (UCSP)", observa.
Segundo os autores do documento, a reforma dos CSP veio facilitar o acesso pela forma de organização de trabalho em equipas autónomas. As Unidades de Saúde Familiar cobrem já cerca de 36% da população (304 USF existentes em Julho de 2011).
"As restantes unidades de cuidados personalizados estão também a organizar-se, à semelhança das USF, de forma a dar resposta às necessidades da população. No entanto, nestas unidades verifica-se um número considerável dos utentes inscritos sem médico de família", salientam.
Apesar da tendência ligeiramente decrescente das consultas não programadas em função do total de consultas, entre o ano 2009 e 2010, os valores observados (60%) demonstram ainda um elevado peso da actividade não programada.
http://www.dn.pt/inicio/portugal/interi ... 50&page=-1
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Re: SAUDE
Surto de vírus mata 81 crianças no Vietname
19 de Agosto de 2011
Um vírus intestinal perigoso, que provoca uma doença que afeta mãos, pés e boca, matou 81 crianças no Vietname este ano, fazendo com que o primeiro-ministro ordenasse que ministérios e agências redobrassem os esforços para parar o surto.
O país registou 32.588 casos da doença este ano e as mortes ocorreram em 17 províncias e municípios, sendo a maior parte na região sul, segundo uma nota no site do governo.
A doença é relativamente comum entre crianças e é caracterizada por febre, feridas na boca e urticária. Não há vacina ou cura, mas os pacientes costumam recuperar-se numa semana sem tratamento. Em casos severos, inchaço no cérebro pode levar à paralisia ou morte.
A doença é um «grande perigo para a saúde e vidas das crianças», disse o primeiro-ministro Nguyen Tan Dung, em comunicado, acrescentando que as tentativas de evitá-la têm sido ineficazes.
Dung ordenou que o Ministério da Saúde coordene esforços para interromper o surto.
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=527117
19 de Agosto de 2011
Um vírus intestinal perigoso, que provoca uma doença que afeta mãos, pés e boca, matou 81 crianças no Vietname este ano, fazendo com que o primeiro-ministro ordenasse que ministérios e agências redobrassem os esforços para parar o surto.
O país registou 32.588 casos da doença este ano e as mortes ocorreram em 17 províncias e municípios, sendo a maior parte na região sul, segundo uma nota no site do governo.
A doença é relativamente comum entre crianças e é caracterizada por febre, feridas na boca e urticária. Não há vacina ou cura, mas os pacientes costumam recuperar-se numa semana sem tratamento. Em casos severos, inchaço no cérebro pode levar à paralisia ou morte.
A doença é um «grande perigo para a saúde e vidas das crianças», disse o primeiro-ministro Nguyen Tan Dung, em comunicado, acrescentando que as tentativas de evitá-la têm sido ineficazes.
Dung ordenou que o Ministério da Saúde coordene esforços para interromper o surto.
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=527117
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Re: SAUDE
República Dominicana: 109 mortes causadas pela cólera
20 de Agosto de 2011
O número de mortos causados pela cólera na República Dominicana aumentou para 109, existindo ainda 15.876 casos suspeitos, de acordo com dados revelados pelo Governo
O ministro da Saúde afirmou, num comunicado, que a intensidade do surto tem vindo a diminuir nas últimas seis semanas mas alertou, por outro lado, que a região em que inclui a capital dominicana vive ainda uma grave situação.
O Governo está a desenvolver medidas de prevenção que passam nomeadamente por facultar à população mais informação acerca da cólera, por uma maior atenção aos sintomas que indicem casos suspeitos, bem como pelo fornecimento de água potável e a construção de novas casas de banho públicas como parte do seu esforço para conter o avanço do surto, acrescentou.
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=527162
20 de Agosto de 2011
O número de mortos causados pela cólera na República Dominicana aumentou para 109, existindo ainda 15.876 casos suspeitos, de acordo com dados revelados pelo Governo
O ministro da Saúde afirmou, num comunicado, que a intensidade do surto tem vindo a diminuir nas últimas seis semanas mas alertou, por outro lado, que a região em que inclui a capital dominicana vive ainda uma grave situação.
O Governo está a desenvolver medidas de prevenção que passam nomeadamente por facultar à população mais informação acerca da cólera, por uma maior atenção aos sintomas que indicem casos suspeitos, bem como pelo fornecimento de água potável e a construção de novas casas de banho públicas como parte do seu esforço para conter o avanço do surto, acrescentou.
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=527162
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Re: SAUDE
Programa de aids terá remédio para criança
22 de agosto de 2011
Medicamento é o primeiro exclusivo para uso pediátrico e representa uma opção para menores de 6 anos que não respondem ao tratamento atual
Uma nova droga para tratamento de crianças e adolescentes com aids passará a ser distribuída pelo governo. O remédio, tripanavir, é o primeiro voltado exclusivamente para esses pacientes e representa uma opção para menores de 6 anos que já não respondiam a nenhum outro medicamento.

Oferta. Novo remédio contra HIV beneficia paciente infantil
A mudança consta do novo consenso terapêutico infantil. Além do tripanavir, o documento inclui outras duas drogas que até então eram prescritas somente para adultos: fosamprenavir e darunavir. Os medicamentos serão distribuídos para crianças e adolescentes e combinados com outro antiaids, o ritonavir, em dosagens especiais.
"Quando uma criança menor de 6 anos não respondia ao tratamento, não havia nada a ser feito, a não ser manter a terapia. Isso muda agora", afirmou o diretor do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde, Dirceu Greco. O novo consenso substitui uma versão anterior, de 2009.
Existem no País cerca de 4 mil pacientes com menos de 13 anos. Desse total, 4,6% usam medicamentos chamados de 3ª linha - indicados para aqueles que não respondem mais a outros tratamentos.
Entre pacientes pediátricos, avalia Greco, o fenômeno da resistência tende a ocorrer mais rapidamente. Uma das razões apontadas é a menor aderência ao tratamento. "A falha no uso dos remédios ocorre não apenas por esquecimento, mas muitas vezes pelos efeitos colaterais que eles podem provocar na criança, como náuseas e diarreia", contou o diretor.
Novo paradigma. A maior parte das drogas indicadas até agora no tratamento de crianças era testada apenas em adultos. "Isso ocorria por regras de ética, que proibiam testes clínicos com idosos e menores", explicou.
Essa interpretação, no entanto, vem mudando nos casos em que testes são de interesse direto de pacientes menores - como os que não respondem à terapia tradicional. Essa mudança permitiu a realização de um acompanhamento clínico do uso do tripanavir em crianças.
De acordo com Greco, as novas drogas, além de mais esperança para pacientes que não respondem ao tratamento convencional, vão tornar mais fácil o uso do remédio, que virá em dosagens menores.
Este ano, o governo vai investir R$ 2,8 milhões com a compra dos quatro medicamentos indicados para tratamento pediátrico. O valor representa 28% dos R$ 9,7 milhões destinados para a compra de remédios usados na terapia de crianças com HIV.
Em 2009, o gasto brasileiro com pacientes pediátricos foi de R$ 6 milhões. Essas três drogas passam a ser as mais caras do conjunto usado para tratamento de crianças.
O darunavir é produzido pela Janssen-Cilag; o tripanavir, pela Boehringer Ingelheim; o fosamprenavir é da Glaxo-Smith-Kline; e o ritonavir, da Abbott. Greco afirmou que o tripanavir não será usado em adultos.
http://www.estadao.com.br/noticias/impr ... 1857,0.htm
22 de agosto de 2011
Medicamento é o primeiro exclusivo para uso pediátrico e representa uma opção para menores de 6 anos que não respondem ao tratamento atual
Uma nova droga para tratamento de crianças e adolescentes com aids passará a ser distribuída pelo governo. O remédio, tripanavir, é o primeiro voltado exclusivamente para esses pacientes e representa uma opção para menores de 6 anos que já não respondiam a nenhum outro medicamento.

Oferta. Novo remédio contra HIV beneficia paciente infantil
A mudança consta do novo consenso terapêutico infantil. Além do tripanavir, o documento inclui outras duas drogas que até então eram prescritas somente para adultos: fosamprenavir e darunavir. Os medicamentos serão distribuídos para crianças e adolescentes e combinados com outro antiaids, o ritonavir, em dosagens especiais.
"Quando uma criança menor de 6 anos não respondia ao tratamento, não havia nada a ser feito, a não ser manter a terapia. Isso muda agora", afirmou o diretor do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde, Dirceu Greco. O novo consenso substitui uma versão anterior, de 2009.
Existem no País cerca de 4 mil pacientes com menos de 13 anos. Desse total, 4,6% usam medicamentos chamados de 3ª linha - indicados para aqueles que não respondem mais a outros tratamentos.
Entre pacientes pediátricos, avalia Greco, o fenômeno da resistência tende a ocorrer mais rapidamente. Uma das razões apontadas é a menor aderência ao tratamento. "A falha no uso dos remédios ocorre não apenas por esquecimento, mas muitas vezes pelos efeitos colaterais que eles podem provocar na criança, como náuseas e diarreia", contou o diretor.
Novo paradigma. A maior parte das drogas indicadas até agora no tratamento de crianças era testada apenas em adultos. "Isso ocorria por regras de ética, que proibiam testes clínicos com idosos e menores", explicou.
Essa interpretação, no entanto, vem mudando nos casos em que testes são de interesse direto de pacientes menores - como os que não respondem à terapia tradicional. Essa mudança permitiu a realização de um acompanhamento clínico do uso do tripanavir em crianças.
De acordo com Greco, as novas drogas, além de mais esperança para pacientes que não respondem ao tratamento convencional, vão tornar mais fácil o uso do remédio, que virá em dosagens menores.
Este ano, o governo vai investir R$ 2,8 milhões com a compra dos quatro medicamentos indicados para tratamento pediátrico. O valor representa 28% dos R$ 9,7 milhões destinados para a compra de remédios usados na terapia de crianças com HIV.
Em 2009, o gasto brasileiro com pacientes pediátricos foi de R$ 6 milhões. Essas três drogas passam a ser as mais caras do conjunto usado para tratamento de crianças.
O darunavir é produzido pela Janssen-Cilag; o tripanavir, pela Boehringer Ingelheim; o fosamprenavir é da Glaxo-Smith-Kline; e o ritonavir, da Abbott. Greco afirmou que o tripanavir não será usado em adultos.
http://www.estadao.com.br/noticias/impr ... 1857,0.htm
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mauri
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Re: SAUDE
China: Produtos tóxicos no vestuário de 14 grandes marcas
23 de Agosto de 2011
Vestígios de substâncias químicas tóxicas, suscetíveis de afetar os órgãos reprodutivos de seres vivos, foram detetados em produtos de catorze grandes fabricantes de vestuário, anunciou hoje a Greenpeace em Pequim.
Entre as marcas colocadas em causa por esta organização não governamental (ONG) de defesa do ambiente figuram a Adidas, a Uniqlo, a Calvin Klein, a Li Ning, a H&M, a Abercrombie & Fitch, a Lacoste, a Converse e a Ralph Lauren.
A Greenpeace comprou em 18 países várias peças de vestuário destas marcas, fabricadas na China, no Vietname, na Malásia e nas Filipinas e posteriormente submeteu os têxteis para análise.
“Éthoxylates de nonylphénol (NPE) foram detetados em dois terços destas amostras”, explicou numa conferência de imprensa em Pequim Li Yifang, durante a apresentação do relatório “Dirty Laundry 2 (Roupa suja 2)”.
Os éthoxylates de nonylphénol (NPE) são produtos químicos frequentemente utilizados como detergentes em numerosos em processos industriais e na produção de têxteis naturais e sintéticos.
Derramados nos esgotos, decompõem-se em nonylphénol (NP), um subproduto muito tóxico.
“O nonylphénol é um perturbador hormonal”, sublinhou Li Yifang, precisando que a substância pode contaminar a cadeia alimentar e pode acumular-se nos organismos vivos, ameaçando a fertilidade, o sistema de reprodução e o crescimento.
“Não é apenas um problema para os países em desenvolvimento, onde são fabricados os têxteis. Como quantidades residuais de NPE são libertadas quando o vestuário é lavado, os produtos são derramados em países onde o seu uso é proibido”, insistiu Li Yifang.
No mês passado, a Greenpeace tornou público o “Dirty Laundry (Roupa Suja)”, um relatório que mostrou como os fornecedores das grandes marcas têxteis poluem a água de certos rios chineses com as suas descargas químicas.
Na sequência desta publicação, as marcas Puma e Nike comprometeram-se a eliminar dos seus processos de fabrico qualquer substância química tóxica até 2020.
Em contrapartida, a Adidas limitou-se “a um comunicado vago, sem compromisso da sua parte”, indicou Li Yifang.
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=527478
23 de Agosto de 2011
Vestígios de substâncias químicas tóxicas, suscetíveis de afetar os órgãos reprodutivos de seres vivos, foram detetados em produtos de catorze grandes fabricantes de vestuário, anunciou hoje a Greenpeace em Pequim.
Entre as marcas colocadas em causa por esta organização não governamental (ONG) de defesa do ambiente figuram a Adidas, a Uniqlo, a Calvin Klein, a Li Ning, a H&M, a Abercrombie & Fitch, a Lacoste, a Converse e a Ralph Lauren.
A Greenpeace comprou em 18 países várias peças de vestuário destas marcas, fabricadas na China, no Vietname, na Malásia e nas Filipinas e posteriormente submeteu os têxteis para análise.
“Éthoxylates de nonylphénol (NPE) foram detetados em dois terços destas amostras”, explicou numa conferência de imprensa em Pequim Li Yifang, durante a apresentação do relatório “Dirty Laundry 2 (Roupa suja 2)”.
Os éthoxylates de nonylphénol (NPE) são produtos químicos frequentemente utilizados como detergentes em numerosos em processos industriais e na produção de têxteis naturais e sintéticos.
Derramados nos esgotos, decompõem-se em nonylphénol (NP), um subproduto muito tóxico.
“O nonylphénol é um perturbador hormonal”, sublinhou Li Yifang, precisando que a substância pode contaminar a cadeia alimentar e pode acumular-se nos organismos vivos, ameaçando a fertilidade, o sistema de reprodução e o crescimento.
“Não é apenas um problema para os países em desenvolvimento, onde são fabricados os têxteis. Como quantidades residuais de NPE são libertadas quando o vestuário é lavado, os produtos são derramados em países onde o seu uso é proibido”, insistiu Li Yifang.
No mês passado, a Greenpeace tornou público o “Dirty Laundry (Roupa Suja)”, um relatório que mostrou como os fornecedores das grandes marcas têxteis poluem a água de certos rios chineses com as suas descargas químicas.
Na sequência desta publicação, as marcas Puma e Nike comprometeram-se a eliminar dos seus processos de fabrico qualquer substância química tóxica até 2020.
Em contrapartida, a Adidas limitou-se “a um comunicado vago, sem compromisso da sua parte”, indicou Li Yifang.
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=527478
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Re: SAUDE
Transplantes de órgãos deste ano por pagar
23 de Agosto de 2011
Desde o início do ano que os hospitais que fazem colheita e transplante de órgãos não recebem incentivosm, situação que nalguns casos, como o de Santa Marta, em Lisboa, se verifica desde o ano passado, indica a edição desta terça-feira do Diário de Notícias.
O Ministério da Saúde confirmou ao jornal a falta de pagamento, o que significa que a dívida deverá ascender a cerca de 15 milhões de euros.
O pagamento será autorizado, mas apenas por metade do valor, uma verz que o despacho publicado na semana passada determina um corte de 50%, com efeitos retroactivos a Janeiro.
O Centro Hospitalar de Lisboa Central, que inclui o Hospital de Santa Marta, é um dos maiores credores, juntamente com os Hospitais da Universidade de Coimbra, Centro Hospitalar de Lisboa Norte ou o Hospital Curry Cabral.
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=527473
23 de Agosto de 2011
Desde o início do ano que os hospitais que fazem colheita e transplante de órgãos não recebem incentivosm, situação que nalguns casos, como o de Santa Marta, em Lisboa, se verifica desde o ano passado, indica a edição desta terça-feira do Diário de Notícias.
O Ministério da Saúde confirmou ao jornal a falta de pagamento, o que significa que a dívida deverá ascender a cerca de 15 milhões de euros.
O pagamento será autorizado, mas apenas por metade do valor, uma verz que o despacho publicado na semana passada determina um corte de 50%, com efeitos retroactivos a Janeiro.
O Centro Hospitalar de Lisboa Central, que inclui o Hospital de Santa Marta, é um dos maiores credores, juntamente com os Hospitais da Universidade de Coimbra, Centro Hospitalar de Lisboa Norte ou o Hospital Curry Cabral.
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=527473
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Re: SAUDE
Peso fármacos nas despesas da saúde é dos mais altos na OCDE
23 de Agosto de 2011
Portugal é dos países da OCDE em que os gastos com medicamentos têm maior peso nas despesas com saúde, mas é também dos Estados que menos comparticipam estas despesas, revela um relatório do Tribunal de Contas (TC) hoje divulgado.
Segundo o documento, intitulado «Auditoria ao Infarmed - Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde, I.P., e ao funcionamento do mercado do medicamento», em 2008 o peso dos gastos em medicamentos nas despesas totais com a saúde em Portugal era de 21,8%, apenas ultrapassado pela Grécia numa comparação com outros países da OCDE.
Além disso, este rácio correspondia a mais do dobro do registado em países como a Noruega e a Dinamarca e era superior à média dos países da UE (16,9%) e da OCDE (18,8%).
No entanto, revela o mesmo relatório, a percentagem de financiamento público das despesas com medicamentos em Portugal é das mais baixas e tem vindo a decrescer muito lentamente, tendo passado de 56,2% em 2000 para 55,9% em 2006. Em países como o Reino Unido, Irlanda e Holanda o Estado financia mais de 80% das despesas com medicamentos, enquanto na Letónia, Lituânia e Polónia este rácio é inferior a 50%. Segundo o TC, só os medicamentos para o aparelho cardiovascular e para o sistema nervoso central concentram mais de 52% da despesa total do Serviço Nacional de Saúde.
Quanto ao mercado de genéricos, o TC refere que até Dezembro último, a quota de mercado em termos de volume (número de embalagens vendidas) era inferior à quota de mercado em valor, o que sugere preços elevados nos genéricos. Esta situação deverá inverter-se com as alterações efectuadas ao processo de definição de preços de referência, que entraram em vigor a 1 de Janeiro. Em 2007, Portugal ocupava o 11º lugar, entre os 20 países europeus, em termos de quota de mercado de genéricos. Enquanto na Dinamarca, Inglaterra, Alemanha, Holanda, Suécia, Eslovénia, Eslováquia e Polónia o volume de mercado se situa acima dos 40%, em Portugal, Itália, Espanha, Áustria, França, Bélgica e Irlanda encontrava-se abaixo de 20%.
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=527573
23 de Agosto de 2011
Portugal é dos países da OCDE em que os gastos com medicamentos têm maior peso nas despesas com saúde, mas é também dos Estados que menos comparticipam estas despesas, revela um relatório do Tribunal de Contas (TC) hoje divulgado.
Segundo o documento, intitulado «Auditoria ao Infarmed - Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde, I.P., e ao funcionamento do mercado do medicamento», em 2008 o peso dos gastos em medicamentos nas despesas totais com a saúde em Portugal era de 21,8%, apenas ultrapassado pela Grécia numa comparação com outros países da OCDE.
Além disso, este rácio correspondia a mais do dobro do registado em países como a Noruega e a Dinamarca e era superior à média dos países da UE (16,9%) e da OCDE (18,8%).
No entanto, revela o mesmo relatório, a percentagem de financiamento público das despesas com medicamentos em Portugal é das mais baixas e tem vindo a decrescer muito lentamente, tendo passado de 56,2% em 2000 para 55,9% em 2006. Em países como o Reino Unido, Irlanda e Holanda o Estado financia mais de 80% das despesas com medicamentos, enquanto na Letónia, Lituânia e Polónia este rácio é inferior a 50%. Segundo o TC, só os medicamentos para o aparelho cardiovascular e para o sistema nervoso central concentram mais de 52% da despesa total do Serviço Nacional de Saúde.
Quanto ao mercado de genéricos, o TC refere que até Dezembro último, a quota de mercado em termos de volume (número de embalagens vendidas) era inferior à quota de mercado em valor, o que sugere preços elevados nos genéricos. Esta situação deverá inverter-se com as alterações efectuadas ao processo de definição de preços de referência, que entraram em vigor a 1 de Janeiro. Em 2007, Portugal ocupava o 11º lugar, entre os 20 países europeus, em termos de quota de mercado de genéricos. Enquanto na Dinamarca, Inglaterra, Alemanha, Holanda, Suécia, Eslovénia, Eslováquia e Polónia o volume de mercado se situa acima dos 40%, em Portugal, Itália, Espanha, Áustria, França, Bélgica e Irlanda encontrava-se abaixo de 20%.
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=527573
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Re: SAUDE
Estado reduz comparticipação de tratamentos de hemodiálise
23 de Agosto de 2011
O Ministério da Saúde vai reduzir a comparticipçaão a pagar pelas sessões de hemodiálise realizadas nos centros extra-hospitalares ou no domicílio, foi hoje publicado no Diário da República.
A partir de 01 de Setembro, o Serviço Nacional de Saúde (SNS) vai pagar pela hemodiálise com acessos vasculares 470,09 euros e sem acessos vasculares 450,68 euros.
Para as entidades convencionadas os preços entram em vigor a 01 de Janeiro do próximo ano para as sessões de diálise realizadas pelos estabelecimentos e serviços integrados no SNS, acrescendo aos valores a pagar no âmbito do contrato-programa.
O despacho determina também que o preço a pagar por sessão de diálise no âmbito das convenções para a prestação de cuidados de saúde na área da diálise é de 114,79 euros.
O despacho alega que o memorando de entendimento assinado com a “troika” obriga a uma “redução em pelo menos 10% da despesa global (incluindo taxas) do Serviço Nacional de Saúde com entidades privadas que prestem serviços de meios complementares de diagnóstico e terapêutica ao SNS até ao final de 2011 e de 10% adicionais até ao final de 2012”.
A partir de agora, as entidades convencionadas têm 30 dias para declarar se pretendem manter o pagamento de acordo com o preço compreensivo ou se optam pelo preço por sessão e vice-versa.
A Direcção-Geral da Saúde vai publicar no próximo mês as regras a que deve obedecer a prestação de cuidados na área dos acessos vasculares para hemodiálise.
Num anterior despacho publicado no DRE, na semana passada, é referido que os hospitais integrados no SNS, as unidades convencionadas de hemodiálise, os hospitais privados e os médicos particulares ficam proibidos de utilizar as requisições de prescrição de meios complementares de diagnóstico (MCDT) para as entidades com convenção com as Administrações Regionais de Saúde.
O despacho determina que os hospitais do SNS devem assegurar a realização dos MCDT necessários aos seus utentes como regra, através da sua capacidade instalada.
As mesmas entidades de saúde estão também impedidas de solicitar a prescrição de exames aos centros de saúde, e estes, por sua vez, de os prescrever.
A “troika” é formada pelo Fundo Monetário Internacional (FMI), Comissão Europeia (CE) e Banco Central Europeu (BCE)
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=527502
23 de Agosto de 2011
O Ministério da Saúde vai reduzir a comparticipçaão a pagar pelas sessões de hemodiálise realizadas nos centros extra-hospitalares ou no domicílio, foi hoje publicado no Diário da República.
A partir de 01 de Setembro, o Serviço Nacional de Saúde (SNS) vai pagar pela hemodiálise com acessos vasculares 470,09 euros e sem acessos vasculares 450,68 euros.
Para as entidades convencionadas os preços entram em vigor a 01 de Janeiro do próximo ano para as sessões de diálise realizadas pelos estabelecimentos e serviços integrados no SNS, acrescendo aos valores a pagar no âmbito do contrato-programa.
O despacho determina também que o preço a pagar por sessão de diálise no âmbito das convenções para a prestação de cuidados de saúde na área da diálise é de 114,79 euros.
O despacho alega que o memorando de entendimento assinado com a “troika” obriga a uma “redução em pelo menos 10% da despesa global (incluindo taxas) do Serviço Nacional de Saúde com entidades privadas que prestem serviços de meios complementares de diagnóstico e terapêutica ao SNS até ao final de 2011 e de 10% adicionais até ao final de 2012”.
A partir de agora, as entidades convencionadas têm 30 dias para declarar se pretendem manter o pagamento de acordo com o preço compreensivo ou se optam pelo preço por sessão e vice-versa.
A Direcção-Geral da Saúde vai publicar no próximo mês as regras a que deve obedecer a prestação de cuidados na área dos acessos vasculares para hemodiálise.
Num anterior despacho publicado no DRE, na semana passada, é referido que os hospitais integrados no SNS, as unidades convencionadas de hemodiálise, os hospitais privados e os médicos particulares ficam proibidos de utilizar as requisições de prescrição de meios complementares de diagnóstico (MCDT) para as entidades com convenção com as Administrações Regionais de Saúde.
O despacho determina que os hospitais do SNS devem assegurar a realização dos MCDT necessários aos seus utentes como regra, através da sua capacidade instalada.
As mesmas entidades de saúde estão também impedidas de solicitar a prescrição de exames aos centros de saúde, e estes, por sua vez, de os prescrever.
A “troika” é formada pelo Fundo Monetário Internacional (FMI), Comissão Europeia (CE) e Banco Central Europeu (BCE)
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=527502
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Re: SAUDE
Medicamentos: Gastos podem aumentar para 188 € per capita
23 de Agosto de 2011
Os gastos do Serviço Nacional de Saúde com medicamentos, que em 2010 terão sido de 162 euros per capita, poderão chegar a 188 em 2015 e a 280 em 2025, segundo projeções do Tribunal de Contas (TC).
Numa auditoria ao Infarmed - Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde e ao funcionamento do mercado do medicamento, hoje divulgada, o TC conclui que, «a manter-se constante a taxa de comparticipação implícita do Estado (55,7%), os encargos do SNS com medicamentos ultrapassarão os 188 euros per capita em 2015 e poderão chegar perto dos 280 euros per capita em 2025». Para 2010, a projeção dos encargos do SNS per capita com medicamentos foi de 162 euros.
Segundo o TC, a substituição obrigatória pelo genérico mais barato é a medida que tem maior potencial para reduzir o preço de venda ao público dos medicamentos.
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=527586
23 de Agosto de 2011
Os gastos do Serviço Nacional de Saúde com medicamentos, que em 2010 terão sido de 162 euros per capita, poderão chegar a 188 em 2015 e a 280 em 2025, segundo projeções do Tribunal de Contas (TC).
Numa auditoria ao Infarmed - Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde e ao funcionamento do mercado do medicamento, hoje divulgada, o TC conclui que, «a manter-se constante a taxa de comparticipação implícita do Estado (55,7%), os encargos do SNS com medicamentos ultrapassarão os 188 euros per capita em 2015 e poderão chegar perto dos 280 euros per capita em 2025». Para 2010, a projeção dos encargos do SNS per capita com medicamentos foi de 162 euros.
Segundo o TC, a substituição obrigatória pelo genérico mais barato é a medida que tem maior potencial para reduzir o preço de venda ao público dos medicamentos.
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?s ... ews=527586




