OVU Verão/Inverno
Enviado: sexta jun 13, 2008 12:38 am
ainda não tenho experiência do uso de ovu no verão, mas os primeiros efeitos já começaram a aparecer.
ao fazer uma viagem durante o dia pela hora do calor, a temperatura do combustível antes da bi galga com facilidade os 70ºc e já me obrigou a fechar parcialmente as torneiras da agua no circuito do permutador.
arrisco a prever que, com o tempo quente, os carros deixados dias inteiros ao sol e que levem um mês a consumir um depósito de mistura irão ganhar polimerização no interior do deposito do combustível, mesmo estando o depósito num sitio bem escondido da radiação directa.
tive esta percepção quando me arranjaram uns bidões de 10l que continham ainda vestígios de óleo de girassol e tinham estado ao sol durante vários dias ao lado do caixote do lixo. lembrei-me de retirar a tampa a um deles para ver se cheirava a tinta e digo-vos que…. ia caindo para o lado com o cheiro penetrante muito parecido com tinta, acetona e acido acético.
durante o tempo frio ( fevereiro/março) fiz várias viagens de cerca de 200 km de cada vez e com o retorno ligado para o depósito ( fiat punto) e no fim da viagem apalpei o depósito e não achei qualquer diferença de temperatura, isto levou-me a uma conclusão, o combustível arrefece pelo caminho até chegar ao deposito e mesmo que chegue a uma temperatura acima do frio que se faz sentir, quando se mistura com o que está no deposito a temperatura resultante é muito baixa e ainda o depósito não sendo isolado termicamente e estando exposto ao vento relativo devido ao andamento do carro promove também o arrefecimento deste.
conclusão:
com o tempo frio, não é tão grave que o retorno esteja liga ao depósito como pensava no início, apenas não se consegue atingir a mesma temperatura se o permutador não for assistido electricamente, no caso de ser está-se a gastar recursos eléctricos que podem ser aproveitados, por exemplo para aquecimento do tubo dos injectores.
se o combustível for gasto num espaço curto de tempo torna-se ainda mais dificil ue este chegue a polimerizar.
por sua vez o retorno não ir para o depósito também não é a cura para todos os males. carros que apanham todos os dias com bastante calor e que levem muito tempo a consumir o material que tem dentro do depósito poderão vir a ter problemas com polimerização do combustível, concorrendo muito para esta situação a utilização de material de cobre/latão no circuito de combustivel.
não estou a afirmar nada, apenas esta é a ideia que tenho e pode estar errada. gostaria de ouvir mais opiniões.
ao fazer uma viagem durante o dia pela hora do calor, a temperatura do combustível antes da bi galga com facilidade os 70ºc e já me obrigou a fechar parcialmente as torneiras da agua no circuito do permutador.
arrisco a prever que, com o tempo quente, os carros deixados dias inteiros ao sol e que levem um mês a consumir um depósito de mistura irão ganhar polimerização no interior do deposito do combustível, mesmo estando o depósito num sitio bem escondido da radiação directa.
tive esta percepção quando me arranjaram uns bidões de 10l que continham ainda vestígios de óleo de girassol e tinham estado ao sol durante vários dias ao lado do caixote do lixo. lembrei-me de retirar a tampa a um deles para ver se cheirava a tinta e digo-vos que…. ia caindo para o lado com o cheiro penetrante muito parecido com tinta, acetona e acido acético.
durante o tempo frio ( fevereiro/março) fiz várias viagens de cerca de 200 km de cada vez e com o retorno ligado para o depósito ( fiat punto) e no fim da viagem apalpei o depósito e não achei qualquer diferença de temperatura, isto levou-me a uma conclusão, o combustível arrefece pelo caminho até chegar ao deposito e mesmo que chegue a uma temperatura acima do frio que se faz sentir, quando se mistura com o que está no deposito a temperatura resultante é muito baixa e ainda o depósito não sendo isolado termicamente e estando exposto ao vento relativo devido ao andamento do carro promove também o arrefecimento deste.
conclusão:
com o tempo frio, não é tão grave que o retorno esteja liga ao depósito como pensava no início, apenas não se consegue atingir a mesma temperatura se o permutador não for assistido electricamente, no caso de ser está-se a gastar recursos eléctricos que podem ser aproveitados, por exemplo para aquecimento do tubo dos injectores.
se o combustível for gasto num espaço curto de tempo torna-se ainda mais dificil ue este chegue a polimerizar.
por sua vez o retorno não ir para o depósito também não é a cura para todos os males. carros que apanham todos os dias com bastante calor e que levem muito tempo a consumir o material que tem dentro do depósito poderão vir a ter problemas com polimerização do combustível, concorrendo muito para esta situação a utilização de material de cobre/latão no circuito de combustivel.
não estou a afirmar nada, apenas esta é a ideia que tenho e pode estar errada. gostaria de ouvir mais opiniões.