Independencia Energética!
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jccgold
- Membro

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- Registado: quinta jun 26, 2008 1:54 pm
Re: Independencia Energética!
o 1º passo para quem construa casa é isolar bem as paredes. é algo que a que em portugal estranhamente pouco se deu atencao, visto termos um país tao quente.
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Nuno Oliveira
- Membro Silver

- Mensagens: 155
- Registado: terça jun 10, 2008 1:56 am
Re: Independencia Energética!
como aponta e bem o bom isolamento das paredes e da caixilharia contribui em muito para o conforto térmico (para não falar em saúde).
com estes dois factores, combinados com uma boa disposição da construção, dimensionamento racional das aberturas, um bom sombreamento móvel e possibilitação da ventilação natural, os edifícios em portugal podem dispensar em muitas localidades os meios artificiais de arrefecimento e aquecimento. estas preocupações estão dispostas no antigo rgeu dos anos 50 mas apenas recentemente são de aplicadas de forma geral.
portugal, com a sua modesta amplitude térmica e clima temperado é, no entanto, um país onde se morre de frio e de calor.
o motivo: não se sabia construir de outra forma- o público e promotores desconheciam as técnicas envolvidas ou não recorriam a quem as sabia. recentemente o sector dos avacs tem tido um grande crescimento em portugal porque existe mais dinheiro para ar condicionado- esta solução apenas remedeia a má construção e é um mau investimento, para além de se estar a aquecer\arrefecer de forma pouco eficiente espaços que não retêm as temperaturas desejadas.
com a aplicação generalizada destas considerações e a intervenção dos técnicos especializados (engenheiros e arquitectos)
o panorama actual começa a mudar, para benefício da economia, da saúde, do conforto e do desempenho ambiental dos utentes dos edifícios e da população em geral. no entanto, cerca de 80% do parque habitacional português precisa de ser reabilitado ou transformado de forma a se obter um melhor desempenho neste sentido...
seguramente uma habitação com independência energética não pode prescindir nunca dos factores enunciados acima.
com estes dois factores, combinados com uma boa disposição da construção, dimensionamento racional das aberturas, um bom sombreamento móvel e possibilitação da ventilação natural, os edifícios em portugal podem dispensar em muitas localidades os meios artificiais de arrefecimento e aquecimento. estas preocupações estão dispostas no antigo rgeu dos anos 50 mas apenas recentemente são de aplicadas de forma geral.
portugal, com a sua modesta amplitude térmica e clima temperado é, no entanto, um país onde se morre de frio e de calor.
o motivo: não se sabia construir de outra forma- o público e promotores desconheciam as técnicas envolvidas ou não recorriam a quem as sabia. recentemente o sector dos avacs tem tido um grande crescimento em portugal porque existe mais dinheiro para ar condicionado- esta solução apenas remedeia a má construção e é um mau investimento, para além de se estar a aquecer\arrefecer de forma pouco eficiente espaços que não retêm as temperaturas desejadas.
com a aplicação generalizada destas considerações e a intervenção dos técnicos especializados (engenheiros e arquitectos)
o panorama actual começa a mudar, para benefício da economia, da saúde, do conforto e do desempenho ambiental dos utentes dos edifícios e da população em geral. no entanto, cerca de 80% do parque habitacional português precisa de ser reabilitado ou transformado de forma a se obter um melhor desempenho neste sentido...
seguramente uma habitação com independência energética não pode prescindir nunca dos factores enunciados acima.

